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Globo anuncia decisão inédita sobre o futuro das novelas e autores reagem

Globo define fim de novelas com desfechos em aberto para futuras continuações, prática inédita em sessenta e um anos de emissora

Globo toma decisão inédita sobre suas novelas e deu a deixa no fim de 'Três Graças'; autores reagem, diz colunista.
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  • A Globo determinou aos autores de novela uma medida inédita em 61 anos, visando encerrar tramas com desfechos abertos para futuras continuações.
  • A estratégia já foi percebida no último capítulo de Três Graças, que foi ao ar no dia 15 deste mês.
  • A ideia é manter possibilidades de continuação, independentemente de serem novelas das seis, das sete ou das nove.
  • A informação foi publicada pelo colunista Alessandro LoBianco, do portal iG.
  • A Globo tem histórico recente de remakes e renovações, com diversas produções retrabalhadas ou reimaginadas desde 2001.

A Globo adotou uma medida inédita em seus 61 anos de trajetória, orientando os autores de novela a trabalhar com desfechos abertos. A decisão foi percebida no encerramento de Três Graças, exibida recentemente, em 15 de maio. A emissora busca facilitar futuras continuações, independentemente da faixa horária.

Segundo o colunista Alessandro LoBianco, do portal iG, a regra envolve as novelas em desenvolvimento e já em fases avançadas de produção. A ideia é manter possibilidades de novas versões ou continuações, sem confirmar se serão adaptações da faixa das seis, das sete ou das nove.

O movimento ocorre em meio a um histórico de remakes na Globo. Desde 2001, a emissora já revisitou títulos como TiTiTi, Renascer, Sinhá Moça e Pantanal, entre outros. Também há continuações de narrativas já exibidas, como Verdades Secretas e Êta Mundo Melhor.

Autores da Globo devem apresentar uma posição conjunta após a adoção da medida, segundo relatos da imprensa especializada. A expectativa é de alinhamento sobre o formato de trabalhos futuros e as condições para novas releituras.

Historicamente, a prática de remakes e releituras ganhou força nos últimos anos. A Globo investiu pesado nesse modelo para renovar audiência e explorar diferentes abordagens narrativas, mantendo vínculos com o repertório de novelas produzidas ao longo das décadas.

A decisão atual levanta questões sobre o ritmo de produção e a viabilidade de novas versões. Com a nova linha, a emissora sinaliza uma estratégia de longo prazo para ampliar o catálogo sem comprometer o calendário de novelas.

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