Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Cannes erra ao premiar Fjord de Cristian Mungiu com Palma de Ouro

Palme d’Or fica com Fjord, de Cristian Mungiu, decisão sob pressão e vista como contida, com críticas à ausência de brilho frente a outras obras

Contrivance … Cristian Mungiu won the Palme d’Or for Fjord.
0:00
Carregando...
0:00
  • O Festival de Cannes premiou Fjord, de Cristian Mungiu, com a Palma de Ouro.
  • Minotaur, de Andrey Zvyagintsev, ficou com a Grand Prix (segundo lugar).
  • The Dreamed Adventure, de Valeska Grisebach, levou o terceiro lugar (prêmio do júri).
  • Fatherland, de Pawel Pawlikowski, venceu o prêmio de melhor diretor (em coogestão com o prêmio compartilhado).
  • Notre Salut recebeu o prêmio de melhor roteiro.

Cristian Mungiu levou o Palme d’Or em Cannes com Fjord, filme sobre um casal sob julgamento por abuso infantil. A escolha ocorreu em meio a críticas sobre a qualidade de algumas obras e a expectativa em relação a diretores consagrados.

O longa é estrelado por Sebastian Stan, interpretando um engenheiro romeno de TI com religiosidade conservadora. O enredo aborda diferenças culturais na Europa, com envolvimento da Noruega liberal em assuntos familiares e a fé cristã dos protagonistas sob um ambiente secular.

Para o júri, Fjord ficou entre as escolhas mais controversas, atraindo atenção para o modo como o filme utiliza procedimentos estéticos recorrentes de Mungiu, sem evidenciar uma verdade clara segundo alguns críticos.

Desdobramentos e outras premiações

Minotaur, de Andrey Zvyagintsev, foi o ganhador do Grand Prix, considerado segundo lugar pela imprensa. The Dreamed Adventure, de Valeska Grisebach, levou o terceiro lugar, destacando uma narrativa bulgaro-onírica sobre passado e arqueologia.

Pawel Pawlikowski conquistou o prêmio de melhor direção por Fatherland, um drama sobre Thomas Mann voltando da Califórnia ao pós-guerra. O melhor roteiro ficou com Notre Salut, de Emmanuel Marre, sobre Henri Marre, ligado à França ocupada.

O prêmio de melhor atriz foi dividido entre Tao Okamoto e Virginie Efira, por All of a Sudden, que narra a relação entre uma supervisora de casa de cuidado e uma diretora de teatro japonesa. Em conjunto, os diretores Javier Calvo e Javier Ambrossi venceram pelo filme The Black Ball. Em Coward, de Lukas Dhont, coube o melhor ator aos significantes protagonistas masculinos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais