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Documentário Também se Chamavam Sonhos terá sessão gratuita antes do festival

Sessão única e gratuita no Cinema São Luiz, em Recife, às 14h, antecipa a circulação nacional do documentário no Festival Rio LGBTQIA+

Documentário recifense "Também se Chamavam Sonhos"
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  • O documentário recifense “Também se Chamavam Sonhos” terá sessão única e gratuita no Cinema São Luiz, no Recife, neste domingo, 31 de maio, às 14h.
  • A obra acompanha cinco amigos e o diretor em revisitar histórias, sonhos e mudanças, com uma linguagem que mistura documental, performativo e experimental, com direção de arte participativa.
  • O filme nasceu como Trabalho de Conclusão de Curso em Design pela Universidade Federal de Pernambuco e é idealizado pelo designer Carlos Pontes, de 25 anos.
  • A produção integra a circulação nacional, participando da 15ª edição do Festival Internacional de Cinema Rio LGBTQIA+, que ocorre de 2 a 8 de julho de 2026, no Rio de Janeiro.
  • O diretor ressalta que o projeto busca criar um espaço seguro para compartilhar memórias com honestidade, cuidado e liberdade artística, valorizando a colaboração.

O documentário recifense também se Chamavam Sonhos terá uma sessão única e gratuita no Cinema São Luiz, no Recife, neste domingo, 31 de maio, às 14h. A apresentação ocorre antes de uma edição de festival, em um espaço histórico da cidade.

Idealizado e dirigido por Carlos Pontes, o filme nasceu como Trabalho de Conclusão de Curso em Design pela UFPE e ganhou vida além da academia. A obra acompanha cinco amigos que revisitam memórias, sonhos e a sensação de pertencimento diante das câmeras.

A proposta inclui uma abordagem colaborativa, com participação direta dos personagens na construção estética. Painéis semânticos e experimentações visuais ajudam a definir figurinos, cores e atmosferas, ampliando o papel do design no longa.

Sobre o filme

A narrativa mescla documental, performativo e experimental, transformando o íntimo em linguagem compartilhada. O projeto nasce da intenção de preservar uma amizade e criar um espaço seguro para narrativas honestas, com liberdade criativa.

O enredo acompanha Fábio Queiroz, Evandro Filho, Roberto Andrade, Vitor Goes e o próprio diretor, em encontros que revelam mudanças pessoais ao longo do tempo. O filme utiliza registros do cotidiano para aproximar o público da história coletiva.

Serviço

Exibição do documentário Também se Chamavam Sonhos acontece no Cinema São Luiz, às 14h, com entrada gratuita. O evento marca uma oportunidade de encontro com o público pernambucano antes do circuito de festivais.

O filme já circula nacionalmente, integrando a programação da 15ª edição do Festival Internacional de Cinema Rio LGBTQIA+, que ocorre de 2 a 8 de julho de 2026, no Rio de Janeiro.

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