- A produtora executiva Lindsay Collins confirmou que Toy Story 5 coloca Jessie no centro da história, partindo do final de Toy Story 4.
- O filme funciona como uma “companhia emocional” de Toy Story 2, explorando a origem e os sentimentos da cowgirl de forma mais profunda.
- A tecnologia entra como antagonista: o conflito principal envolve a chegada de dispositivos tecnológicos ao quarto de Bonnie, com a criação do personagem LilyPad.
- Novos brinquedos aparecem, como Amigo Rolinho, Snappy e Blaze, além de a ideia de ter cinquenta versões de Buzz Lightyear dividindo cenas.
- A Pixar investe em inovação visual sem perder a identidade da franquia, com estreia nos cinemas brasileiros em 18 de junho (sessões antecipadas a partir de 17 de junho).
A Pixar confirma mudanças significativas em Toy Story 5, com Jessie assumindo o protagonismo e a trama explorando a relação entre crianças e tecnologia. A revelação foi feita pela produtora executiva Lindsay Collins durante coletiva no escritório da Disney, em São Paulo, com a imprensa presente, incluindo a Rolling Stone Brasil.
A narrativa propõe que Toy Story 5 funcione como uma espécie de companheiro emocional de Toy Story 2, aprofundando a origem e os sentimentos de Jessie. Collings afirmou que o público encontrará uma história mais emocional e definitiva para a cowgirl, que já vinha sendo preparada desde o final de Toy Story 4.
Jessie ganha centro da trama ao lado da presença de LilyPad, um dispositivo movido por dados, que entra em choque com a experiência e a emoção da personagem. A ideia é tratar a tecnologia como mais um brinquedo, sem demonizar, e mostrar equilíbrio entre o mundo real e o digital na infância.
Tecnologia como antagonista
O conflito central envolve a chegada de dispositivos tecnológicos ao quarto de Bonnie, apontando a realidade de tablets e telas na infância contemporânea. LilyPad surge como nova figura, enquanto Jessie representa a experiência e a emoção. O estúdio afirma que a história não pretende impor lições morais, mas buscar uma convivência entre ambos os mundos.
A equipe criativa, em parte formada por pessoas que cresceram com Jessie, contribui para um olhar mais pessoal sobre a franquia, descrito pela produtora como uma espécie de fanfic autorizada. A trama busca oferecer uma resolução emocional para a personagem, respondendo a expectativa dos fãs.
Imaginação como antídoto às telas
Outro eixo é a fantasia infantil, com Sequências que valorizam a imaginação como contraponto à hiperconectividade. O filme promete explorar mundos imaginários mais ousados, mantendo o foco na imaginação feminina e na diversidade de experiências criativas entre meninas.
Entre os novos personagens, aparecem Amigo Rolinho, um brinquedo para auxiliar no desfralde; Snappy, inspirado em câmeras digitais; e Blaze, que deve ganhar destaque. A diretora também confirmou a ideia de até 50 versões de Buzz Lightyear como parte do enredo.
Inovações técnicas e continuidade da franquia
A produção apresenta avanços da Pixar em tecnologia de animação, com soluções para cabelos cacheados e cenas externas mais ambiciosas, sem perder a identidade visual clássica. A equipe afirma que a estética de Toy Story deve permanecer, mesmo com evoluções técnicas.
Quanto ao futuro da história, Collins sinaliza que a Pixar não descarta novas continuações, mantendo a ideia de brinquedos que acompanham diferentes crianças ao longo das gerações. Andrew Stanton influenciaria esse formato de ciclos entre anos Andy e Bonnie.
Toy Story 5 tem estreia prevista para 18 de junho, com sessões antecipadas a partir de 17 de junho, nos cinemas do Brasil. A produção cita a expectativa de leitores interessados no trailer oficial.
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