- O diretor Michael Harte relutou em dirigir o documentário sobre Kylie Minogue, duvidando da própria experiência.
- Um encontro no Chateau Marmont, em Los Angeles, com Kylie Minogue mudou a visão dele e o convenceu a seguir com o filme.
- O documentário em Netflix, Kylie, tem três partes e mostra a trajetória de Minogue desde a adolescência em Neighbours até se tornar uma reconhecida artista pop.
- A abordagem escolhida foi de “chats” em vez de entrevistas formais, com grande uso de material de arquivo pessoal e conversas na casa da cantora.
- O principal desafio foi o volume de material, que inclui cenas de Neighbours, sessões de moda, cobertura midiática e gravações caseiras, ressaltando a resiliência de Minogue diante de críticas públicas.
Michael Harte quase desistiu de dirigir um documentário sobre Kylie Minogue. A ideia ganhou fôlego quando John Battsek ligou propondo um encontro em Los Angeles, após anunciar a presença da cantora na cidade. Harte chegou a duvidar de sua experiência, mas foi ao encontro.
No Chateau Marmont, a cantora entrou na sala iluminando o ambiente, segundo o diretor. A conversa o fez perceber que havia energia suficiente para conduzir o filme. A partir dali, Harte sentiu que era a pessoa certa para o projeto.
O documentário em três partes para a Netflix, intitulado KYLIE, acompanha a trajetória de Minogue, de adolescente em Neighbours até a consagração na música pop. Battsek e Harte já tinham trabalhado juntos na produção de um filme sobre David Beckham.
Abordagem do filme
Trabalho com foco em conversas informais, chamadas de chats, em vez de entrevistas formais. A equipe priorizou um tom mais próximo e pessoal, buscando diferenciar o relato ao longo do tempo.
Grande parte do material é arquivado, reunindo fotos, imagens de bastidores, comerciais e gravações caseiras, reunidos na casa de Minogue. O acervo inclui desde cenas de Neighbours até sessões de moda e cobertura midiática.
Harte descreveu o andamento do projeto como acompanhar o amadurecimento de uma artista diante das câmeras. O filme busca retratar Minogue também como pessoa, e não apenas como cantora.
O diretor citou a resistência de Minogue às críticas recebidas ao longo da carreira. A produção enfatiza a força e a determinação presentes na trajetória pública e privada da artista.
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