- A série franco-espnhola Os Anos Novos tem dez episódios, todos ambientados na virada do ano entre 2015 e 2024.
- É coproduzida pela Arte e está disponível no Prime Video através do canal Arte1, com extensão de catálogo na Mubi e em outras plataformas de streaming.
- O enredo acompanha Ana, aos trinta anos, e Óscar, em uma relação marcada por idas e vindas, com cada episódio explorando como passou o ano anterior.
- As passagens ocorrem majoritariamente em Madrid, na França ou em réveillons variados, incluindo referências a períodos de pandemia de Covid e cenas gravadas sem cortes em alguns episódios.
- A química entre os atores Iria del Río e Francesco Carril é destacada, com o enredo abordando o tempo, a distância e a possibilidade de amar de novas formas.
A série franco-espanhola Os Anos Novos ganhou atenção recente por retratar dez anos da vida de um casal. Cada episódio ocorre na virada do ano, entre 2015 e 2024, e acompanha Ana e Óscar em Madri, França, Berlim e outros cenários, sempre ligado a uma data festiva.
A produção é coproduzida pela Arte, com participação de Espanha e França, e tem sua distribuição ligada a plataformas de streaming. No Brasil, parte do catálogo tem ganhado espaço em serviços como Prime Video, ampliando o acesso a títulos internacionais.
Ao longo dos episódios, o casal de 30 anos vive uma relação marcada por idas e vindas, com foco nos dilemas sobre amor, liberdade e compromisso. Os capítulos alternam entre momentos de intimidade, discussões e decisões que moldam o vínculo ao longo de anos.
A narrativa utiliza planos longos e diálogos extensos, aproximando o tom de uma peça de teatro. Em alguns capítulos, o enredo transita entre cenários urbanos, festas de réveillon e encontros casuais que influenciam a relação.
A trama aborda ainda as mudanças pessoais dos protagonistas frente aos impactos da pandemia de Covid, que figura como marco temporal na história. O enredo questiona se o amor pode resistir ao tempo e às decepções, mantendo a esperança de uma segunda chance.
A série tem sido destacada pela crítica pelo estilo de Sorogoyen, com ênfase na construção de personagens e na densidade emocional. A recepção aponta para uma leitura sobre como o tempo altera desejos, necessidades e a percepção de parceria.
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