- O documentário Copan, dirigido pela estreante Carine Wallauer, chega aos cinemas nesta quinta-feira, 28, em comemoração ao 60º aniversário do edifício.
- O teaser do filme destaca a diversidade cultural existente dentro do Copan, com foco nas 32 andares da edificação.
- O longa aborda temas como política, cultura, acesso social e economia, apresentando as vozes e vivências que coexistem no prédio.
- A cineasta descreve o Copan como uma “cidade dentro da cidade”, reunindo milhares de moradores, trabalhadores e realidades sociais distintas.
- A estreia ocorre próximo ao aniversário de 60 anos do Copan, celebrado em 25 de maio, e a diretora ressalta a importância de valorizar funcionários e a logística do edifício.
O documentário Copan, dirigido pela estreante Carine Wallauer, chega aos cinemas nesta quinta-feira, 28 de maio, registrando a estreia no aniversário de 60 anos do edifício. O longa teve passagem marcante por festivais de cinema documental, como CPH:DOX e É Tudo Verd Verdade 2025, onde recebeu reconhecimento. Um teaser recente destaca a multiplicidade cultural presente no Copan.
A obra foca na convivência de diversas vozes e vivências nos 32 andares do prédio, explorando temas como política, cultura, acesso social e economia. Os diálogos abordam eleições, rotinas de trabalho e amenidades, evidenciando a complexa dinâmica de poder e convivência entre os moradores e trabalhadores.
Carine Wallauer comenta que o filme busca evidenciar a dimensão humana do espaço, indo além do concreto. Ela descreve o Copan como uma cidade dentro da cidade, onde milhares de moradores e centenas de trabalhadores convivem com realidades sociais diversas. A diretora enfatiza a observação da logística do prédio como parte essencial do registro.
Perspectiva e foco humano
O documentário utiliza cenas de reuniões entre moradores, almoços entre colegas e conversas cotidianas para mostrar as transformações físicas do Copan e como elas impactam a vida no interior do edifício. Inicialmente, houve interesse em entrevistar um longo elenco, mas a escolha recaiu pela atmosfera do lugar. O filme privilegia um efeito subjetivo que o Copan exerce nas pessoas, sem pretensões de representar todas as perspectivas.
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