- O filme Backrooms, da A24, tem Chiwetel Ejiofor no papel de Clark, um vendedor de móveis lidando com o fim do casamento.
- Kane Parsons, criador da série no YouTube, dirige o longa, lançado na última sexta-feira, tornando-se o mais jovem diretor da A24.
- A história leva o conceito dos Backrooms — espaços liminares e assustadores — do YouTube para o cinema, origem em 2019 a partir de imagens no 4chan e laterais em vídeos que somam mais de duzentos milhões de visualizações.
- O longa, com orçamento de $10m, busca ampliar a sensação física do universo, mantendo a essência de suspense sem monstruosidade típica de Hollywood.
- A trama explora saúde mental e traumas, com Clark e a terapeuta Mary, interpretada por Renate Reinsve, enquanto o ambiente da Backrooms intensifica memórias diluídas.
O filme Backrooms estreia nos cinemas com a direção de Kane Parsons, adaptando o viral que originou-se na internet em 2019. A produção é da A24, conhecida por obras de horror premiadas. O enredo gira em torno de um espaço liminar repleto de corredores amarelos.
Chiwetel Ejiofor interpreta Clark, um vendedor de móveis que enfrenta o fim do casamento. A terapeuta Mary, vivida por Renate Reinsve, ajuda a dupla enquanto eles descobrem uma passagem para os Backrooms, locais que exploram traumas não resolvidos.
Parsons, aos 20 anos, dirige o projeto, tornando-se o mais jovem a comandar um filme da A24. O orçamento é de cerca de 10 milhões de dólares e a proposta é ampliar a atmosfera do material original para o cinema.
Produção e concepção
A adaptação busca manter a estética de YouTube da série original, mas com maior realismo e físico. Will Soodik assina o roteiro, mantendo a ideia de espaços que confundem memórias e percepções.
O filme também investiga a relação entre a saúde mental e o ambiente construído. Pesquisas sobre o chamado efeito da porta ajudam a explicar a sensação de deslocamento vivida pelas personagens.
Repercussão e contexto
O conceito dos Backrooms ganhou força em plataformas como Reddit e TikTok, somando milhares de visualizações. Existe ainda um jogo gratuito no Steam e experiências similares em Roblox, ampliando o alcance da ideia.
Especialistas veem a popularidade como parte de uma nostalgia tecnológica e da percepção de realismo em espaços de transição. A obra visa traduzir esse universo para o público de cinema.
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