- O filme Backrooms, da A24, estreia em 28, inspirado por creepypasta, lendas de terror criadas e difundidas online.
- O diretor Kane Parsons, aos 20 anos, ganhou espaço no estúdio após séries curtas no YouTube; o conceito surgiu no 4chan em 2019.
- Creepypasta é uma narrativa de terror que se espalha por fóruns e redes, com elementos visuais como vídeos caseiros e imagens, sujeita a alterações por quem participa.
- Slender Man é um exemplo conhecido da estética, com uma figura humanoide sem traços e pele cinza que já ganhou filmes, webséries e jogos.
- Outras creepypastas famosas incluem Jeff The Killer e Momo, cada uma associada a histórias de aparência e comportamento perturbadores.
O filme Backrooms, da A24, chega aos cinemas nesta quinta-feira, 28. Dirigido por Kane Parsons, o longa nasceu do interesse de comunidades digitais por histórias de terror compartilhadas por fãs e escritores amadores. A obra mergulha no conceito de creepypasta, lendas criadas e espalhadas online.
Creepypastas são narrativas de terror criadas em fóruns e redes sociais. Muitas vezes surgem em plataformas como 4chan, ganham variações com contribuições de usuários e ganham imagens ou vídeos que reforçam a atmosfera sombria. O estilo costuma apresentar estética de filmagens caseiras, telas de computador e cores opacas.
Referências e recepção
Entre os ícones da creepypasta, Slender Man se tornou referência: figura alta, sem feições, pele cinza, associada a histórias de sequestro de crianças e à cultura pop, com filmes, webséries e jogos ligados ao mito. Em paralelo, outras lendas ganharam notoriedade na internet.
Outro exemplo popular é Jeff the Killer, descrito como um jovem com deformação facial, sem nariz e sorriso de Glasgow, que evolui para um assassino em série após um evento traumático. A narrativa envolve transformação física e psicose progressiva.
Outros ícones da narrativa online
Em 2019, Momo ganhou repercussão mundial ao aparecer em vídeos que supostamente induziam crianças à automutilação, gerando debates sobre os riscos de conteúdos virais e impactos da exposição na web. A discussão sobre esses símbolos se mantém presente no debate sobre plataformas digitais e fãs de terror.
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