- O curta Alucine Olinda, dirigido por o jovem pernambucano Igor Luiz Ribeiro, foi selecionado para a 15ª Mostra Ecofalante de Cinema, em São Paulo.
- O filme tem vinte minutos e narra a história do Cine Olinda, destacando passado, presente e perspectivas futuras.
- O trabalho combina entrevistas, imagens de arquivo e linguagem experimental para valorizar o Cine Olinda na cultura de Olinda, reconhecida pela UNESCO desde 1982.
- A mostra Ecofalante é um dos principais eventos do audiovisual sul-americano voltado a temas socioambientais.
- A história do Cine Olinda envolve início em 1911, períodos de abandono e tentativas de reativação, incluindo o movimento “Ocupe Cine Olinda” em 2016.
Alucine Olinda, curta-metragem dirigido pelo pernambucano Igor Luiz Ribeiro, foi selecionado para a 15ª Mostra Ecofalante de Cinema, em São Paulo. O filme tem 20 minutos e oferece uma leitura sobre o Cine Olinda, unindo passado, presente e futuro.
A obra utiliza entrevistas, imagens de arquivo e uma linguagem experimental para destacar a importância do Cine Olinda para a cultura de Olinda, cidade reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade desde 1982.
A seleção integra a programação de um dos maiores eventos de audiovisual socioambiental da América do Sul. A mostra ocorre na capital paulista, reunindo obras que discutem temas ligados ao meio ambiente e à sustentabilidade.
Contexto do Cine Olinda
O Cine Olinda teve início em 1911, com o nome Cine Theatro e Variedades. Entre as décadas de 60 e 70, o cinema deixou de funcionar e foi desapropriado pela gestão municipal da época.
Entre ensaios e promessas de retomada, o prédio passou por abandono e negligência. Em 2016, moradores iniciaram o movimento Ocupe Cine Olinda para cobrar ações públicas.
Décadas após, a revitalização voltou a ganhar espaço com o sucesso de produções locais, como Os Arcos Dourados de Olinda. O filme Alucine Olinda reacende o debate sobre patrimônio, cultura e memória da cidade.
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