- Sessão de Terapia chega à sexta temporada no Globoplay, com blocos de cinco episódios lançados semanalmente às sextas-feiras.
- Selton Mello, que interpreta Caio Barone, destaca manter a essência da série e ressalta o trio criativo formado por ele, Jaqueline Vargas e Roberto D’Ávila.
- Grace Passô assume a supervisão de Caio; a relação entre terapeuta e paciente é mantida, com a atriz trazendo uma presença firme à narrativa.
- A história acompanha o drama pessoal de Caio e o espelhamento com casos dos pacientes, mantendo a sala como palco de grande atuação interna.
- O ator afirma fazer terapia há cerca de quinze anos e entende a série como homenagem aos profissionais de saúde mental, reforçando a importância do tema no mundo atual.
Selton Mello, protagonista de Sessão de Terapia, destacou a importância da saúde mental em entrevista a VEJA. A sexta temporada da série do Globoplay chega com blocos de cinco episódios lançados semanalmente nas sextas-feiras, com participação de Grace Passô, Olivia Torres e Alice Carvalho.
A produção acompanha Caio Barone, psicólogo vivido por Mello, que equilibra casos clínicos com dilemas pessoais. O elenco inclui novas intérpretes que ampliam a trama, mantendo a essência da série que mescla ficção e visão terapêutica.
Sobre a sexta temporada
Mello aponta que o processo criativo envolve um trio de profissionais: ele, a escritora Jaqueline Vargas e o produtor Roberto D’Ávila. O diretor destaca que, apesar da evolução técnica, a linguagem e o tom se mantêm fiéis desde o início, com foco na sala de terapia.
Caio Barone vive dramas pessoais que ressoam com os casos apresentados aos pacientes, enriquecendo a narrativa. Segundo o ator, a série revela que o terapeuta também enfrenta dificuldades, reforçando o realismo da história.
Dinâmica entre Caio e Grace Passô
Grace Passô atua como supervisora de Caio, trazendo uma perspectiva nova à relação clínica. A presença da atriz é descrita como central para o desenvolvimento do protagonista, com nuances que alteram a dinâmica da sala de terapia.
A ideia central é mostrar que o terapeuta não é infalível; ele também precisa lidar com seus próprios conflitos. O formato mantém o equilíbrio entre ficção e elementos que aproximam o público da prática psicanalítica.
Contexto sobre saúde mental
Mello afirma que a série funciona como uma devolução ao público, valorizando o trabalho de profissionais da saúde mental. Ele relembra ter feito terapia há cerca de 15 anos, enfatizando a importância do cuidado com a cabeça e com a alma.
O ator comenta ainda que o tema é particularmente relevante em um cenário de polarização, desigualdade e impactos da pandemia. A sexta temporada, segundo ele, amplia o diálogo sobre saúde mental para o público.
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