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Sigourney Weaver, aos 76, destaca mulheres mais velhas no cinema

Sigourney Weaver, aos 76, reforça presença de mulheres mais velhas no cinema ao interpretar a coronel Ward na nova produção de Star Wars

A atriz Sigourney Weaver deixa suas impressões digitais no cimento durante uma cerimônia no pátio do TCL Chinese Theatre em Los Angeles (EUA), em maio deste ano
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  • Sigourney Weaver, aos 76 anos, volta ao universo de Star Wars em O Mandaloriano e Grogu, interpretando a Coronel Ward da Nova República.
  • Ela lidera uma missão com o Mandaloriano e Grogu para enfrentar um vilão que ameaça a Nova República, em planetas distantes.
  • A atriz comenta a evolução de Hollywood em relação às mulheres e a liberdade criativa na ficção-científica, citando exemplos de sua carreira.
  • A mensagem central da saga, segundo Weaver, é o amor, com foco na parceria entre Mando e Grogu diante de desafios.
  • O filme, dirigido por Jon Favreau, é descrito como grande em escala, mas com uma história íntima, e reforça a importância do cinema para imersão na galáxia de Star Wars.

Sigourney Weaver volta ao cinema de ficção científica aos 76 anos, atuando como coronel Ward no novo filme da saga Star Wars, O Mandaloriano e Grogu. A estreia acontece em cartaz nas salas de cinema. A atriz chega ao Universo Star Wars para defender a Nova República em uma missão crítica contra o ressurgimento do Império.

Em entrevista à Folha, Weaver segue com a sua trajetória marcada por personagens femininas fortes, iniciada no clássico Alien – O Oitavo Passageiro de 1979. A artista explica que o repertório de papéis sempre traz um elemento de fantasia, mas com presença de verossimilhança, buscando a mais autêntica representação feminina em diferentes frentes.

A nova produção, dirigida por Jon Favreau, coloca a coronel Ward em confronto com forças antagonistas que ameaçam a estabilidade da galáxia. Weaver descreve a personagem como piloto de elite da Nova República, responsável por liderar missões arriscadas ao lado de Mandaloriano e Grogu, para enfrentar um vilão que atua nos confins da organização rebelde.

No diálogo com a imprensa, a atriz compara a atual conjuntura de Hollywood com a democracia de seu país, destacando a necessidade de que as mulheres ocupem posições decisivas tanto na frente quanto nos bastidores. Weaver reforça que a coronel Ward representa a atuação calma e efetiva das profissionais de defesa em situações de crise.

Questionada sobre a liberdade criativa proporcionada pela ficção científica, a artista confirma que o gênero oferece espaço para transformar e ampliar a realidade, lembrando de experiências anteriores em Os Caça-Fantasmas, onde contribuiu para escolhas de caracterização que fugiram do comum.

Weaver também comenta a importância da ligação entre Mando e Grogu na narrativa, enfatizando que o filme amplifica o protagonismo feminino dentro do universo da saga, sem abrir mão de momentos de parceria entre personagens humanos e não humanos em cenários de grande escala.

A entrevista aborda ainda a esperança que Star Wars inspira, com uma visão de cooperação entre mundos diversos e a percepção de que a magia do cinema pode transportar o público para uma galáxia distante. O filme promete combinar ação intensa com umaura intimista entre os protagonistas, conforme a atriz.

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