- Luciano Quirino entra em A nobreza do amor como Pascoal, braço direito de Jendal, o vilão vivido por Lázaro Ramos, que chega como mercenário capaz de golpe no rei de Batanga.
- Pascoal é apresentado como alguém estratégico, observador e quase silencioso, tornando-se um aliado perigoso do personagem de Lázaro Ramos.
- Quirino afirma que Pascoal é perigoso porque pensa, calcula e articula ações, sem ser impulsivo.
- O ator destaca a convivência em cenas com Lázaro Ramos e André Luiz Miranda, aumentando a tensão entre mocinho e vilão em Batanga.
- Fora da novela, Quirino atua no cinema em Elize Matsunaga e retorna aos palcos com Maestro selvagem, além de projeto teatral sobre os irmãos Timotheo da Costa.
Luciano Quirino entra em A Nobreza do Amor como Pascoal, braço direito do vilão Jendal, personagem de Lázaro Ramos. A novela das 18h da TV Globo envolve jogos de poder no reino fictício de Batanga, com a nova figura ampliando tensões na trama.
Pascoal chega como mercenário que aplica golpe no rei de Batanga e logo se torna aliado de Jendal. O núcleo principal passa a ter uma atuação mais estratégica, com movimentos calculados e manipulações entre os protagonistas.
Quirino descreve Pascoal como alguém que chega de fora, entende rapidamente o jogo de poder e atua de forma silenciosa. O ator ressalta que o personagem não é impulsivo, o que o torna mais perigoso.
Para construir o papel, o ator buscou referências de vilões que atuam na sombra, citando personagens clássicos como Iago e elementos de Jafar. O resultado é um vilão sombrio, com traços humanos e uma construção brasileira.
A relação entre Pascoal e Jendal é apresentada como de tensão e cumplicidade, elevando o ritmo da narrativa. A interação entre os dois personagens é discutida como chave para os desdobramentos da história.
Quirino também contracena com André Luiz Miranda, com quem já atuou em Dona Beja. Na nova versão, os dois ocupam papéis opostos, o mocinho e o vilão, gerando uma dinâmica de confronto com histórico comum.
No enredo, Pascoal é apresentado como alguém capaz de provocar crises dentro da cidade de Batanga. O personagem é um observador estratégico, com motivações próprias que ajudam a mover a trama.
Luciano comenta que o desafio está em explorar camadas mais escuras da atuação. Ele diz que interpretar um vilão requer defender ideias que podem ser moralmente questionáveis, sem julgar o personagem.
A produção mantém o foco na linha de adaptação contemporânea da história, com maior profundidade nas relações entre os personagens. Segundo o elenco, as mudanças trazem novas leituras para o enredo.
Quirino destaca a convivência com Lázaro Ramos nos bastidores. A parceria entre os dois, ele afirma, impulsiona a tensão dramática e a qualidade das cenas entre eles.
Além de Batanga, o ator volta a trabalhar com Thalma de Freitas, em um reencontro antigo que, segundo ele, traz maturidade e verdade para as cenas do casal Mendonça e Josefa.
No cinema, Quirino participa do filme sobre Elize Matsunaga, buscando tratar o caso real com responsabilidade e sem sensacionalismo. O papel exige observar mais do que falar, com marcas profundas no andamento da história.
Teatralmente, o ator segue ativo e prepara o retorno aos palcos como maestro Carlos Gomes em Maestro Selvagem. O projeto prevê circulação por capitais e cidades do interior, ampliando o alcance da montagem.
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