- “Euphoria” chegou ao fim com a terceira temporada, exibida no domingo, 31.
- A HBO confirmou o encerramento e o criador Sam Levinson afirmou ao New York Times que o desfecho parece claro para toda a série.
- A temporada final foi duramente criticada pela representação de personagens femininas e pela mudança de tom em relação às anteriores.
- A história acompanhou Rue e os demais personagens em um deserto próximo à fronteira com o México, com salto temporal em relação aos episódios anteriores.
- Os visuais e a estética foram comparados ao faroeste, marcando uma ruptura com as cores e o cotidiano das temporadas anteriores.
“Euphoria” chegou ao fim com a exibição do último capítulo da terceira temporada, neste domingo (31). A confirmação partiu da HBO e do criador Sam Levinson, em entrevista ao New York Times, que afirmou que o desfecho trágico parece fechá-lo como uma obra completa.
A temporada final teve a participação de Zendaya, entre outros nomes do elenco. O desenlace veio após rumores de que este poderia ser o último ciclo, mas a confirmação só ocorreu com a divulgação oficial.
A produção foi marcada por críticas à representação das personagens femininas, com envolvimento de várias em atividades ligadas ao mercado do sexo. A narrativa levou Rue e os demais personagens a um cenário de deserto próximo à fronteira com o México.
O ajuste de visual e o salto temporal foram pontos de mudança significativos em relação às temporadas anteriores. Os criadores optaram por um tom mais sombrio e por novas referências estilísticas em direção ao faroeste.
A mudança de cenário afastou o público do ambiente escolar dos primeiros anos. Esse afastamento tem sido citado por críticos como fator central para a recepção da temporada final.
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