- Milly Alcock apresenta a Supergirl ao Universo Expandido DC no filme solo, que estreia em 25 de junho nos cinemas do Brasil.
- A história enfatiza o contraste entre Kara Zor-El e Clark Kent, já que a heroína teve infância marcada pela destruição de seu planeta e vive sozinha desde adolescente.
- O diretor Craig Gillespie compara o arco da personagem ao de Tony Stark em Homem de Ferro: imperfeita, complexa e em conflito, com traumas que não a fazem se desculpar.
- Gillespie afirmou ter visto no roteiro de Ana Nogueira o que procurava: uma protagonista punk, com espinhos, sem abrir mão de sua personalidade.
- Milly Alcock disse que entender as diferenças entre Superman e Supergirl veio ao ler materiais sobre a personagem, ajudando a moldar seu papel.
O filme solo de Supergirl, dirigido por Craig Gillespie, chega aos cinemas brasileiros em 25 de junho. Milly Alcock interpreta Kara Zor-El, que chega ao Universo Expandido DC com uma postura diferente da de Superman. A produção destaca a aproximação de Kara ao tom de Iron Man, segundo o diretor.
A expectativa é explorar a trajetória da heroína que vivenciou a destruição de Krypton na adolescência, sem o amparo de uma família humana. Esse passado molda suas atitudes impulsivas e um humor franco, segundo Gillespie.
A comparação com Homem de Ferro aparece na leitura de Gillespie sobre o arco da personagem. Ele pretende trabalhar traumas, conflitos internos e a figura de Kara como alguém que não se poupa de enfrentar seus demônios.
Kara Zor-El é apresentada ao público contemporâneo ao reforçar que sua construção difere da de Kal-El. A ideia é mostrar uma protagonista punk, com espinhos na personalidade, que encara desafios de forma direta.
O contexto do longa envolve decisões difíceis, consequências de escolhas passadas e a condução da personagem dentro do universo compartilhado da DC. Milly Alcock comenta a percepção da diferença entre Supergirl e Superman.
O filme integra o calendário de estreias do DCU, com distribuição pela Warner Bros. Pictures. A divulgação reforça a conexão entre a origem da heroína e os motivos que a movem a seguir adiante.
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