- O Festival de Cinema de Sydney começa no dia 3 e vai até 14 de junho, apresentando títulos inéditos do cinema internacional.
- Nesta edição, são 13 produções na mostra competitiva disputando a premiação principal.
- Entre os destaques, estão filmes como Ben’Imana, Dao, A Aventura dos Sonhos, Pátria, Fiorde, Monstro Gentil, O convite, Levítico, Minotauro, Homem Sem Valor, Histórias Paralelas, Vergonha e Dinheiro e Ovelha na caixa.
- O evento ainda terá a presença de diversos cineastas e exibições de obras como De Repente, Menino do Congo e Tigre de Papel.
- Kleber Mendonça Filho é o presidente do júri, acompanhado pela diretora húngara Ildikó Enyedi, o diretor de Singapura Boo Junfeng, a diretora de fotografia Ari Wegner e a diretora australiana Sally Riley.
O Festival de Cinema de Sydney começa nesta quarta-feira (3) na cidade australiana e vai até o dia 14 de junho. A edição apresenta títulos inéditos do cinema internacional em mostra competitiva.
Ao todo, 13 produções disputam o troféu principal. Entre os filmes em pauta estão Ben’Imana, de Marie-Clémentine Dusabejambo; Dao, de Alain Gomis; A Aventura dos Sonhos, de Valeska Grisebach; Pátria, de Paweł Pawlikowski; e Fiorde, de Cristian Mungiu.
Outras obras em competição são Monstro Gentil, de Marie Kreutzer; O convite, de Olivia Wilde; Levítico, de Adrian Chiarella; Minotauro, de Andr é Zvyagintsev; Homem Sem Valor, de Shahrbanoo Sadat; Histórias Paralelas, de Asghar Farhadi; Vergonha e Dinheiro, de Visar Morina; e Ovelha na caixa, de Kore-eda Hirokazu.
Júri e destaques
Kleber Mendonça Filho atua como presidente do júri, retornando ao festival após exibir Aquarius, Bacurau e Retratos Fantasmas em edições anteriores. Ao lado dele estão a diretora húngara Ildikó Enyedi, o diretor de Singapura Boo Junfeng, a diretora de fotografia Ari Wegner e a diretora australiana Sally Riley. A composição privilegia experiências internacionais e perspectivas diversas.
Além da competição, o festival reserva sessões especiais com obras como De Repente, de Ryusuke Hamaguchi; Menino do Congo, de Rafiki Fariala; e Tigre de Papel, de James Gray. A programação também recebe cineastas convidados e debates especializados ao longo do evento.
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