- A série documental “Michael Jackson: O Veredito” chegou à Netflix na quarta-feira, 3 de abril, com três episódios sobre o julgamento de 2025 por acusações de abuso sexual.
- O material revela aspectos não abordados na cinebiografia lançada em abril, enfocando o julgamento criminal e seus desdobramentos ao longo de 2025.
- Vincent Amen afirma que Jackson apelidava crianças que conviviam com ele; o funcionário aponta o apelido “Blowhole” para as narinas de animais.
- Segundo Amen, itens do Rancho Neverland, incluindo revistas pornográficas, foram limpos e descartados; ele diz que Cassio, amigo de Jackson, reconheceu o papel dele na seleção de conteúdos.
- A produção mostra a ausência de Jackson em Neverland durante a operação do FBI, retrata a confusão do júri diante dos relatos e destaca ameaças de morte vivenciadas pelo artista.
- Também é apresentada a visão de Macaulay Culkin, que negou conduta inadequada por parte de Jackson, e o impacto do caso na vida pública do cantor, que faleceu em 2009.
A Netflix lançou nesta quarta-feira a série documental Michael Jackson: O Veredito, com três episódios que reconstroem o julgamento do astro pop em 2025, acusado de abuso sexual. A produção amplia o olhar sobre a vida do artista além da cinebiografia produzida neste ano.
A série apresenta detalhes do processo criminal e seus desdobramentos ao longo de 2025, diferente do filme Michael, que retrata a vida de forma geral. O foco é o que ocorreu no tribunal e as evidências apresentadas.
Principais revelações
Vincent Amen, ex-funcionário de Jackson, afirma ter ouvido apelidos usados pelo astro para crianças próximas. O relato aponta nomes como Blowhole, entre outros marcados pela equipe de produção.
Ainda segundo Amen, Frank Cascio, amigo e assistente de Jackson, teria limpado a casa do rancho Neverland e descartado materiais como revistas pornográficas, que teriam registrado abusos.
Neverland e o período da investigação
Conforme a série, Jackson não estava em Neverland quando a mansão foi alvo de operação do FBI; o astro estaria em Las Vegas, segundo a narrativa apresentada.
O documentário também destaca a visão confusa do júri diante dos depoimentos e da defesa, com juradas relatando dúvidas sobre indução de narrativas pela imprensa.
Segurança e impactos na vida do artista
A produção detalha as ameaças recebidas e a escolta de Jackson durante o julgamento, com a equipe de segurança descrevendo medidas para proteger o cantor.
Testemunhos envolvendo Macauulay Culkin
Phillip LeMarque, ex-cozinheiro de Jackson, relatou ter visto suposto contato de Jackson com Culkin em 1991, enquanto Culkin afirmou que Jackson jamais o tocou de forma inadequada e decidiu testemunhar em defesa do artista.
Efeitos do caso na carreira
O julgamento, ocorrido em 2005, resultou na inocência de Jackson, mas pesquisadores e biografias apontam impactos duradouros na imagem pública e na carreira do cantor, que faleceu em 2009.
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