- Duda Santos estreou mundialmente o filme Funk no Festival de Tribeca 2026, em Nova York.
- O look foi de Alexander McQueen, com tranças nagô/box braids, styling de Carol Costa e referência à personagem Sabrina.
- Em entrevista à Vogue Brasil, a atriz destacou o orgulho de liderar o projeto e a força da arte brasileira no cenário global.
- Funk é dirigido por Aly Muritiba, distribuído pela Paris Filmes, e acompanha a trajetória de uma jovem do Morro dos Prazeres que busca espaço nas favelas cariocas; elenco inclui Lellê, MC Nem e TZ da Coronel.
- A protagonista afirmou que funk é resistência e riqueza cultural imensurável, buscando que o público internacional veja o movimento como potência criativa.
A atriz Duda Santos abriu a noite de estreia mundial de Funk no Festival de Tribeca 2026, em Nova York, na sexta-feira, 5 de junho. O drama musical coloca a artista como protagonista e marca a presença do cinema brasileiro em um festival internacional.
Ela desfilou pela red carpet com um visual de alta-costura assinado pela grife Alexander McQueen, com styling de Carol Costa. O look, em tom azul intenso, combinou vestido longo com tranças nagô que chegaram à cintura.
A produção de beleza manteve a maquiagem em linha minimalista, ressaltando traços naturais. Segundo Duda, a escolha do vestido buscou equilibrar sofisticação e autenticidade para traduzir a força da personagem Sabrina.
Dirigido por Aly Muritiba e distribuído pela Paris Filmes, Funk acompanha a trajetória de uma jovem que se afirma entre becos de um morro carioca e bailes de cidade. A protagonista representa temas de empoderamento e autossuficiência na arte.
A intérprete ressalta que o uso de uma marca internacional de luxo para um movimento originado nas periferias reforça a potência da estética urbana. O filme conta com Lellê, MC Nem e TZ da Coronel no elenco, fortalecendo a verossimilhança do roteiro.
Estética periférica e a revanche da cultura urbana
A história enfatiza a identidade da cultura urbana, destacando a relação entre moda de luxo e expressão de uma comunidade. Duda aponta que a estética escolhida serve para comunicar a emancipação e a criatividade periférica.
A protagonista afirma que Funk não é apenas moda, mas um movimento cultural. O objetivo é que o público internacional reconheça a riqueza cultural da periferia brasileira por meio do cinema e da música.
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