- Durante a pré-estreia da minissérie Cabo do Medo, da Apple TV+, Javier Bardem elogiou o Brasil, dizendo que iria ao país todos os dias e que o país está no seu coração.
- O ator comentou que não fala português, mas entende um pouco, resultado das cidades que visitou e das amizades que mantém no Brasil.
- Bardem destacou o carinho pelo Brasil como algo que ultrapassa fronteiras e se conecta a lembranças e relações construídas ao longo dos anos.
- Sobre a Copa do Mundo de 2026, ele disse torceria por Espanha, Brasil ou qualquer seleção que jogue bem e se divirta, de forma descontraída.
- O comentário reforça a ligação do ator com o Brasil, enfatizando laços afetivos, amizades locais e lembranças positivas.
Javier Bardem elogiou o Brasil durante a divulgação de sua nova minissérie, Cabo do Medo, da Apple TV+. O ator espanhol destaca o carinho que sente pelo país e relembra visitas que fez ao longo dos anos, com amizades que permanece manter.
Na preparação para a estreia da minissérie, Bardem afirmou que voltaria ao Brasil com frequência se pudesse. Ele revelou que o país ocupa um espaço especial no seu coração, mesmo sem fluência no idioma, e que compreende parte do português devido às experiências vividas por aqui.
O artista ressaltou ainda a importância das vivências no Brasil, reforçando a conexão emocional construída com pessoas e lugares do país. Ele lembra encontros significativos e o acolhimento que recebeu durante as visitas.
Futebol, diversão e espírito esportivo
Sobre a Copa do Mundo de 2026, Bardem comentou de forma descontraída a possibilidade de torcer por seleções espanholas ou brasileiras. Ele afirmou que prefere ver o jogo com boa atuação e alegria, sem enfatizar rivalidades, mantendo o foco na qualidade do futebol.
Ao longo da conversa, o ator espanhol reforçou a relevância das relações humanas que se formam em diferentes países. O Brasile segue sendo uma referência de afeto no histórico dele, marcado por amizades e lembranças positivas.
A trajetória de Bardem, vencedor do Oscar por Onde os Fracos Não Têm Vez, é citada para contextualizar a consistência de sua carreira internacional. Mesmo com o sucesso, o ator demonstra apreço pelas conexões que construiu em terras brasileiras.
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