- Backrooms são espaços liminares usados como tema de terror; a ideia nasceu em dois mil e dezenove a partir de imagens postadas no fórum 4chan e ganhou vida em uma minissérie no YouTube criada por Kane Parsons.
- A ideia ganhou popularidade e a A24 levou a história para o cinema, com lançamento no Brasil em vinte e oito de maio; Parsons, hoje com vinte anos, dirige a produção.
- O filme tem orçamento de US$ dez milhões e já arrecadou mais de US$ cento e cinquenta milhões em bilheterias globais; Parsons tornou-se o mais jovem diretor da A24.
- A trama foca na saúde mental, com o vendedor de móveis Clark, interpretado por Chiwetel Ejiofor, e a terapeuta Mary, interpretada por Renate Reinsve; uma passagem para os backrooms intensifica traumas não resolvidos.
- O tema ganhou ampla presença online, com mais de trezentos e cinquenta mil membros no Reddit e vídeos no TikTok somando bilhões de visualizações; há também jogos de sobrevivência gratuitos no Steam e no Roblox.
O filme Backrooms, lançado no Brasil em 28 de maio, foi um dos grandes sucessos de 2026. Com orçamento de US$ 10 milhões, a produção arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente, segundo dados de mercado.
A origem é online: o conceito surgiu em 2019 a partir de imagens postadas em um grupo anônimo do 4chan. Uma minissérie no YouTube, criada por Kane Parsons aos 16 anos, popularizou o tema de salas abandonadas e intermináveis.
Parsons utilizou o Blender para criar cenários de alto impacto, ainda que com orçamento baixo. O projeto chamou a atenção da A24, que hoje produz a adaptação para cinema, dirigida por Parsons, aos 20 anos.
Da tela do YouTube às telonas
A adaptação, escrita por Will Soodik, foca na saúde mental de personagens que se confrontam com os backrooms. Chiwetel Ejiofor interpreta Clark, vendedor de móveis cujos conflitos aparecem após o fim do casamento. A terapeuta Mary é interpretada por Renate Reinsve.
A produção revela um foco maior em atmosfera e sensação de limiar, em contraste com o terror clássico de monstros. O filme estreou no Brasil com recepção positiva de público e crítica, marcada pela estética amarela e pelo zumbido das luzes.
Contexto e impacto
Especialistas destacam que o conceito explora memórias que se dissolvem em espaços vazios. O tema tem forte apelo entre a Geração Z, com presença significativa em plataformas como TikTok e Reddit. Jogos e vídeos sobre backrooms ajudam a sustentar o fenômeno.
A produção reforça a tendência de filmes de terror surgidos na internet ganharem espaço em Hollywood. Filmes como Iron Lung também conduziram esse movimento, ampliando o público para títulos independentes com visibilidade mainstream.
Entre na conversa da comunidade