- Em 2026, a Suíça chega à 13ª participação em Copas do Mundo da FIFA, com o apelido de Nati e também de Ferrolho Suíço, pela tradição defensiva.
- A equipe terminou invicta na fase de Eliminatórias da UEFA, em grupo que tinha Suécia, Eslovênia e Kosovo.
- No cinema, a Suíça também ganha reconhecimento, com festivais de destaque como Locarno e Solothurn, e uma história marcada pela influência da Nouvelle Vague.
- O país já levou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro duas vezes, em 1984 com Fora de Controle e em 1991 com A Viagem da Esperança.
- Para a Copa do Mundo de Cinema, a escolha recaiu sobre a animação Minha Vida de Abobrinha, de Claude Barras, indicada ao Oscar de Melhor Animação e lançada no Brasil em 2017.
O Swiss team chega em 2026 à sua 13ª participação em Copas do Mundo da FIFA, reforçando a presença contínua na competição. A seleção, conhecida como Nati, é reconhecida por sua postura defensiva consolidada, com o apelido Ferrolho Suíço herdado de esquemas organizados. A melhor campanha ocorreu em 1934, 1938 e 1954, quando chegou às quartas de final.
Sob o comando do técnico Murat Yakin, a equipe se classifica para a Copa em condições de favoritismo após ótima campanha nas Eliminatórias da UEFA, sem derrotas no grupo que reuniu Suécia, Eslovênia e Kosovo. Granit Xhaka, capitão e volante, lidera o elenco em campo.
Cinema suíço, outra tradição de destaque
Ao contrário do estilo defensivo em campo, a Suíça brilha no cinema, com tradição multilingue que envolve alemão, francês e italiano. Locarno e Solothurn são exemplos de festivais que fortalecem a produção nacional e internacional.
A história cinematográfica do país remonta aos anos 1930, mas ganhou fôlego a partir dos anos 1960, influenciada pela Nouvelle Vague. Godard, franco-suíço, contribuiu para a produção local, seguidos de cineastas como Alain Tanner, Michel Soutter e Xavier Koller.
Na Copa do Mundo de Cinema, a seleção é representada pela animação Minha Vida de Abobrinha, de Claude Barras. Lançado em 2017, o filme recebeu indicação ao Oscar de Melhor Animação, destacando a técnica de stop motion e a adaptação do romance de Gilles Paris, com roteiro de Céline Sciamma.
Fonte: Texto originalmente publicado no portal Tem Que ver Cinema
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