- Richard Gere, 76 anos, fala ao Estadão sobre a 2ª temporada da série A Agência, que chega ao Paramount+ em 21 de junho.
- O ator relembra Sylvia Martins, considerada sua primeira namorada de verdade, e hoje é casado com Alejandra Gere.
- Gere diz que não mudou, mas a indústria cinematográfica mudou, com menos salas de cinema e foco em grandes franquias; ele quer que as pessoas vão ao cinema.
- Em A Agência, ele interpreta James Bradley, chefe da estação da CIA em Londres; a série é adaptação de Le Bureau Des Légendes e tem elenco com Fassbender, Wright, Waterston, entre outros.
- O ator elogia o material: roteiro bem escrito, atuação de alto nível e cronograma de filmagem semelhante ao de cinema, com três a quatro páginas por dia.
Richard Gere comenta como a indústria influenciou sua carreira, destacando que, aos 76 anos, continua ativo em produções independentes com roteiros e personagens marcantes. Em entrevista ao Estadão, o ator analisa o panorama atual do cinema e as dificuldades de distribuição, citando a predominância de grandes estúdios e franquias nas salas de cinema.
O ator relembra Sylvia Martins, com quem teve relacionamento há décadas, lembrando que a primeira namorada de verdade é do Rio Grande do Sul, em Bagé. Hoje Gere é casado com a ativista Alejandra Gere. As menções pessoais aparecem no contexto da conversa sobre carreira e escolhas profissionais.
No foco da entrevista está a segunda temporada da série de espionagem A Agência, da Paramount+. A produção estreia no serviço de streaming no dia 21 de junho. Gere interpreta James Bradley, chefe da estação da CIA em Londres, na adaptação de Le Bureau des Légendes.
A Agência é criada pelos britânicos Jez Butterworth e John-Henry Butterworth, com elenco que também inclui Jeffrey Wright, Katherine Waterston, John Magaro, Dominic West e Jodie Turner-Smith. A trama da primeira temporada mostrou resgates e dilemas entre lealdade profissional e relacionamentos pessoais.
Séries de espionagem em alta
A entrevista aborda ainda o momento de renovação do gênero na televisão, com títulos como Slow Horses e Teerã ajudando a ampliar o interesse por histórias de agentes secretos. Gere reforça a qualidade de escrita e o ritmo de produção da série, que ele compara a cinema pela intensidade de gravação e pela qualidade técnica.
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