- O cineasta baiano Orlando Senna morreu aos 86 anos na tarde desta terça-feira; a causa da morte não foi divulgada.
- Codirigiu Iracema – Uma Transa Amazônica (1975), ao lado de Jorge Bodanzky, filme considerado clássico do cinema brasileiro.
- Senna foi uma referência do movimento Cinema Novo e conviveu com nomes como Glauber Rocha, Jorge Amado e Chico Buarque.
- A Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) emitiu nota de pesar, ressaltando seu papel na democratização da cultura e na defesa do cinema nacional.
- Ao longo de décadas, participou de mais de 30 produções e contribuiu para o fortalecimento de políticas públicas do setor e para a formação de novas gerações de cineastas.
Orlando Senna, referência do Cinema Novo, morreu na tarde desta terça-feira, aos 86 anos. A família confirmou a informação por meio das redes sociais; a causa da morte não foi divulgada.
Senna foi codiretor de Iracema – Uma Transa Amazônica (1975), ao lado de Jorge Bodanzky. O filme é considerado clássico do audiovisual brasileiro, mesclando ficção e documentário sobre a construção da Transamazônica e enfrentou censura durante o regime militar.
Nascido em 1940, em Afrânio Peixoto, distrito de Lençóis, na Chapada Diamantina, Bahia, Senna teve atuação marcante no cinema e na cultura nacional. Integrante do movimento do Cinema Novo, circulou com nomes como Jorge Amado, Glauber Rocha e Chico Buarque.
Nota oficial da Funceb
A Fundação Cultural do Estado da Bahia expressou pesar pela perda. A nota ressalta o compromisso de Senna com a democratização da cultura, a defesa do cinema nacional e a valorização das narrativas brasileiras.
A Funceb destaca que, ao longo de décadas, Senna participou de mais de 30 produções. O texto oficial também elogia sua contribuição para políticas públicas do setor e para a formação de novas gerações de cineastas.
O corpo de Senna deixa um legado de obras, pensamento e inspiração para a cultura brasileira. A diretoria da Audiovisual da Funceb manifesta solidariedade aos familiares, amigos e admiradores.
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