- Emily Blunt recusou usar Inteligência Artificial para criar os ruídos alienígenas em Dia D e gravou os sons com a própria voz.
- A cena-chave é um plano sequência de quatro minutos em que a meteorologista Margaret Fairchild começa a se desintegrar.
- A atriz contou ao programa Hot Ones (via Variety) que optou por sons reais em vez de IA.
- Ela descreveu estalos, zumbidos e respiração, com o designer de som Gary Rydstrom sobrepondo os efeitos.
- Dia D é o novo filme de Steven Spielberg, com Blunt no papel principal, em retomada do tema de extraterrestres.
Emily Blunt recusou o uso de Inteligência Artificial para criar os ruídos de uma cena alienígena em Dia D, novo filme de Steven Spielberg. A atriz optou por gravar com a própria voz, conforme revelou em entrevista ao programa Hot Ones, mencionado pela Variety.
No filme, Blunt interpreta a meteorologista de TV Margaret Fairchild. Em uma sequência de quatro minutos em plano único, a personagem começa a se desintegrar, gerando ruídos não humanos que foram produzidos pela atriz sem IA.
Segundo Blunt, havia a possibilidade de empregar sons gerados por IA, mas ela preferiu gravar sons de estalos, zumbidos e respirações. O designer de som do filme, Gary Rydstrom, então sobrepôs as gravações para criar a sonoridade final.
Blunt explicou que a cena depende do trabalho conjunto entre atuação e design de som, destacando o papel do profissional ao combinar as diversas camadas sonoras para alcançar o efeito desejado. A declaração foi dada à Entertainment Weekly e aos veículos de imprensa que repercutiram o tema.
Dia D é a nova produção de Spielberg, que marca o retorno do cineasta ao gênero ficção científica com foco em encontros extraterrestres. A data de estreia ainda não foi anunciada, mas a produção tem atraído atenção pela abordagem técnica e pela performance da protagonista.
A entrevista com Blunt também reforça a curiosidade sobre as escolhas criativas e as possibilidades tecnológicas na indústria, especialmente em cenas que exigem descrição de aparições alienígenas sem apelo para recursos digitais. Fontes citam o histórico de Spielberg em contar histórias com foco em efeitos práticos e sonoros.
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