- O quinto filme de Toy Story chega aos cinemas em 18 de junho, sete anos após a última aventura.
- A história ocorre cinco anos depois do quarto filme e aborda o impacto da tecnologia na vida dos brinquedos.
- O tablet Lillypad surge como a principal antagonista, colocando os brinquedos contra a presença cada vez maior de telas.
- Bonnie e as amigas passam a interagir mais por chats e jogos online, em vez de brincar pessoalmente.
- O roteirista Andrew Stanton explica que Lillypad não é vilã; ela representa a tecnologia e tem motivação e história próprias.
O quinto filme da franquia Toy Story da Pixar chega aos cinemas com estreia marcada para 18 de junho. A história ocorre sete anos após Toy Story 4 e cinco anos depois dos eventos do filme anterior, em um mundo transformado pela tecnologia. Buzz, Woody, Jessie, Rex e a gangue encaram uma nova ameaça.
A trama coloca o foco na convivência entre brinquedos clássicos e dispositivos eletrônicos, em especial um tablet chamado Lillypad que pode ocupar o espaço dos brinquedos na vida das crianças. Bonnie e as amigas passam a interagir mais por meio de telas e jogos online.
A direção da produção mantém a linha de enfrentar o impacto da tecnologia na infância, sem demonizar a inovação. Segundo o roteirista Andrew Stanton, Lillypad não é uma inimiga dos brinquedos, e sim uma personagem que representa a tecnologia com motivação própria.
Lillypad não é vilã, dizem criadores
A narrativa utiliza Lillypad para explorar mudanças na forma de interagir, sem reduzir a tecnologia a uma ameaça direta. A história destaca que brinquedos precisam se adaptar à nova rotina das crianças.
A obra segue a leitura de que a presença das telas altera hábitos de brincadeira tradicionais, mas preserva a função de valores dos brinquedos. A produção busca equilíbrio entre entretenimento e reflexão sobre o tema tecnológico.
Fontes de bastidores indicam que o filme remete a debates atuais sobre o uso de dispositivos digitais na infância, sem favorecer julgamentos. A produção continua a enfatizar o valor da imaginação e da amizade entre os personagens.
A entrevista com Stanton ocorreu em contextos de divulgação para Variety, mantendo o foco no aspecto técnico, criativo e temático da produção. O material de divulgação reforça que a narrativa não propõe conclusões, apenas situar o papel da tecnologia.
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