- A cinebiografia de Michael Jackson tem continuação já com 30% das gravações prontas.
- O segundo filme vai abordar mais eventos da vida do astro, incluindo as acusações de abuso que apareceram no primeiro filme.
- O primeiro filme foi lançado anteriormente, financiado pelo espólio do artista, e acabou não incluindo tudo que poderia.
- A Lionsgate afirma que entre 25% e 30% do segundo filme já está gravado, com planejamento de um conteúdo maior e mais completo.
- O elenco principal deve incluir Jaafar Jackson, sobrinho de Michael, com a produção mantendo possibilidade de narrativa não linear e foco em diversos acontecimentos da vida do artista.
A continuação da cinebiografia de Michael Jackson já está em desenvolvimento, com a produção afirmando estar cerca de 30% gravada. O novo filme deverá abordar mais episódios da vida do artista, incluindo acusações de abuso que vieram à tona durante o primeiro filme.
O estúdio por trás da produção é o Lionsgate, financiado pelo espólio de Michael Jackson. Jaafar Jackson, sobrinho do artista, aparece como estrela principal na cinebiografia recém-anunciada. O primeiro filme resultou em sucesso de bilheteria, mas enfrentou entraves legais ao tentar tratar das acusações.
Segundo o chefão do estúdio, há planos de incluir diversas histórias não abordadas no primeiro longa. O executivo citou que o segundo filme pode navegar entre eventos cronologicamente diferentes, com uma abordagem que misture períodos distintos da vida de Jackson.
O filme anterior, intitulado Michael, terminou em 1988, pouco antes de as acusações públicas ganharem maior repercussão. Autoridades e familiares de outras pessoas já vinham relatando casos que, posteriormente, alimentaram controvérsias em torno do astro.
Modelos de produção mencionados destacam que várias cenas que ficaram de fora do primeiro filme devem aparecer na sequência. Em entrevistas, o executivo afirmou que o projeto busca entreter o público global com uma história envolvente, sem seguir rigidamente uma linha do tempo.
Histórico de controvérsias
Em 1994, ocorreu um acordo de 20 milhões de dólares entre o casal de Jordie Chandler e o pai do menor, acusado de abuso. O acordo resultou em cláusões que limitaram a menção ao caso em produções subsequentes. Além disso, outras acusações vieram a público nos anos seguintes, como no caso de Gavin Arvizo, que não chegou a ser julgado por esses motivos.
Entre 2019 e 2020, o documentário Deixando Neverland reacendeu o debate público sobre as acusações, gerando disputas legais envolvendo o espólio de Jackson. Quatro familiares que conviveram com o artista também alegaram abusos ocorridos durante a infância.
A produção de Michael permanece sem data de estreia oficial. A equipe mantém o objetivo de entregar um filme com apelo visual e histórico para o público, mantendo a linha de narrativa não linear, conforme as declarações dos produtores.
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