- Lançamento de Dia D, de Steven Spielberg, chega aos cinemas na quinta-feira 10 de 2026, com duração de quase duas horas e meia.
- O elenco inclui Josh O’Connor, Colin Firth e Emily Blunt; a história acompanha o hacker Daniel Kellner e a personagem Margaret Fairchild, com a telepatia como ponto central.
- A trama não foca em invasões alienígenas, mas em questionar se a humanidade está pronta para informações cataclísmicas após crises recentes.
- A produção destaca o trabalho de Spielberg, Janusz Kaminski e John Williams, com roteiro de David Koepp.
- A atuação de Emily Blunt é ressaltada como a melhor de sua carreira até o momento, e o filme é descrito como uma narrativa sentimental e esperançosa.
Dia D, o novo longa de Steven Spielberg, chega aos cinemas dos EUA na quinta-feira, 10 de 2026. O filme aposta em uma abordagem humana para falar de contatos com o desconhecido, buscando transmitir esperança em meio a crises contemporâneas.
Com duração próxima de duas horas e meia, o filme reúne uma geração de veteranos sob a batuta visual de Spielberg, ao lado de Janusz Kaminski na fotografia e John Williams na trilha sonora. David Koepp assina o roteiro, marcando nova colaboração com o cineasta.
A história acompanha o hacker Daniel Kellner, vivido por Josh O’Connor, que foge de agentes ligados a uma ONG liderada por Noah Scanlon, interpretado por Colin Firth. Margaret Fairchild, interpretada por Emily Blunt, desenvolve uma habilidade telepática que conecta os protagonistas.
Na narrativa, não há invasores alienígenas como foco principal, mas uma reflexão sobre se a sociedade consegue absorver informações destabilizadoras. O filme insere elementos teológicos por meio de Jane, personagem de Eve Hewson, cuja fé é testada diante do contato com vida alienígena.
Equipe criativa
Spielberg conduz uma equipe de longa data, com Kaminski na direção de fotografia desde 1997 e Williams compondo a trilha desde Tubarão, em 1975. A sintonia entre o grupo resulta em uma produção coesa, que prioriza ritmo e sensibilidade emocional.
O filme busca diálogo entre ficção científica e questionamentos humanos, mantendo o foco na empatia e na vulnerabilidade das pessoas. A obra aparece como uma resposta cinematográfica a um momento de desinformação e polarização.
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