- A Guardian apresenta os 20 maiores vilões da televisão em formato de contagem regressiva, de 20 a 1, sem incluir programas infantis, reality shows ou juízes de talentos.
- Entre os nomes destacados estão Vecna, Tommy Lee Royce, Vee, Trinity Killer, Cigarette Smoking Man, Sylar, The Master, Jim Moriarty, Max Cady, Killer BOB, Richard Roper, Homelander, The Caddy, Marlo Stanfield, C. Montgomery Burns, Aunt Lydia, JR Ewing e Joffrey Baratheon.
- Em primeiro lugar ficou Joffrey Baratheon, em segundo JR Ewing e em terceiro Aunt Lydia.
- O texto cita também que houve menções honrosas a vilões de Star Wars e Marvel que não entraram na lista final.
- Ao final, o artigo convida leitores a comentarem suas próprias escolhas.
Uma lista do portal descreve os 20 maiores vilões da televisão, em uma classificação que vai de Vecna a Joffrey Baratheon. A seleção foca em séries de drama ou comédia, exclui infantil, reality e jurados de talentos. O objetivo é apresentar figuras ficcionais de maior patetismo narrativo.
Vecna, de Stranger Things, aparece no fim da série como ameaça onipresente, conectando Eleven a uma dimensão sombria. O vilão combina crueldade física e estratégias mentais que aterrorizam vítimas. A construção de Henry Creel ganhou destaque pela transformação aterradora.
Tommy Lee Royce (Happy Valley) é apresentado como antagonista top a cobrir a violência societal na Yorkshire contemporânea. Seu magnetismo gerou uma relação tóxica com Catherine Cawood que culmina em confronto decisivo.
Vee (Orange Is the New Black) domina a segunda temporada com táticas de dominação e manipulação, impondo controle sobre outras presas na prisão. Lorraine Toussaint transmite frieza pela via de uma liderança sodada pela violência.
The Trinity Killer (Dexter) chega como serial killer calculista, em aparente normalidade familiar. Arthur Mitchell surpreende com crimes brutais que chocam o público e elevam o impulso do herói a agir.
Cigarette Smoking Man (The X-Files) atua como sombra conspiratória de governo. Ao longo de décadas, ele encena aberturas de segredo e assassinatos de alto impacto, moldando o enredo de Mulder e Scully.
Sylar (Heroes) representa o lado sombrio da evolução genética, roubando poderes de outros mutantes. Sua obsessão por destaque alimenta conflitos com heróis e ameaça a própria existência coletiva.
The Master (Doctor Who) figura como o antagonista definitivo entre dois lados de uma mesma espécie. A batalha entre o Doctor e o Master atravessa eras, com manipulações e planos cósmicos.
Jim Moriarty (Sherlock) atua como o cérebro por trás de crimes complexos, em uma relação adversária que desafia Holmes. Cada golpe revela uma mente que prega o caos como jogo intelectual.
Max Cady (Cape Fear, 2026) emerge como vingança legalmente astuta, usando conhecimento jurídico para planejar retaliação. Bardem imprime gravidade violenta e imprevisibilidade ao papel.
Homelander (The Boys) é apresentado como o ápice da tirania entre super-heróis, com poder sem limites e falta de empatia. Suas ações expõem a hipocrisia da imagem pública diante da violência.
The Caddy (Line of Duty) é o elo interno da corrupção policial, movendo-se nos bastidores com textos de interrupção da verdade. Sua queda revela a fragilidade das redes de integridade.
Richard Roper (The Night Manager) é o vilão mercador de armas, cuja ambição de poder ameaça a vida de aliados e inocentes. Seus planos incluem golpes estratégicos e traições.
Killer BOB (Twin Peaks) representa o primeiro grande horror das telas contemporâneas, possuindo corpos humanos para cometer crimes. A presença dele marca uma virada no suspense televisivo.
Negan (The Walking Dead) assume a liderança brutal dos Saviors, com violência simbólica e manipulação de seguidores. A morte de personagens-chave intensifica o suspense e o impacto da história.
Marlo Stanfield (The Wire) domina o tráfico com frieza calculista, buscando controle total do território da cidade. Sua ascensão redefine as regras do jogo entre gangues.
C Montgomery Burns (Os Simpsons) personifica o capitalismo desenfreado na ficção, com planos que prejudicam comunidades e rivais. Sua riqueza não impede a impiedade de seus atos.
Gustavo Fring (Breaking Bad) se apresenta como executivo controlando um império de drogas com mão de ferro. Sua paciência estratégica e falas contidas criam ameaça silenciosa e constante.
Aunt Lydia (The Handmaid’s Tale) personifica o regime opressor, com doutrinação e punições que moldam o cotidiano sob controle. A personagem sustenta a tensão da distopia.
JR Ewing (Dallas) tornou-se sinônimo de manipulação e ganância, movendo-se com astúcia para manter o poder no petróleo. Seu riso frio ficou marcado na cultura pop.
Joffrey Baratheon (Game of Thrones) ganha a coroa com crueldade, zombaria e violência pública. Seu reinado é marcado por decisões impiedosas que moldam a crise de Westeros.
Entre na conversa da comunidade