- O longa As Cores do Mal: Preto, disponível na Netflix, acompanha o promotor Leopold Bilski investigando o desaparecimento de crianças numa cidade do interior da Polônia.
- Bilski descobre que abusos ocorridos na igreja local estão ligados a uma conspiração envolvendo figuras influentes da cidade, incluindo o empresário Marekl Chojnacki.
- Nicki, filho ilegítimo de Chojnacki, sequestra Piotruś — filho da escritora Julia — em um ritual que mistura superstição e religião; Leopold intervém para salvar a criança.
- O sequestro de Adam Poznanski, ocorrido dois anos antes, é apresentado como parte do histórico de abusos e tentativas de ocultar crimes ligadas a Chojnacki e a seus aliados.
- Apesar de manter a conexão com a primeira produção da franquia, Vermelho, Preto apresenta uma história distinta, com ritmo mais contido e foco em abuso infantil e conivência institucional.
O final de As Cores do Mal: Preto gerou dúvidas entre assinantes da Netflix. O suspense polonês é o segundo capítulo da franquia As Cores do Mal, dirigido por Adrian Panek, lançado recentemente na plataforma. O enredo acompanha a investigação de um promotor sobre o sumiço de uma criança em uma cidade do interior.
Leopold Bilski, interpretado por Jakub Gierszał, volta a liderar a investigação. O filme acompanha ele e outros moradores na busca por respostas em meio a uma conspiração envolvendo figuras de poder locais. O longa mantém o clima de mistério herdado do episódio anterior, Vermelho.
A história se passa em uma cidade interiorana da Polônia, onde o promotor muda-se com a filha após aceitar novo trabalho. Ao investigar o desaparecimento recente, Leopold revisita traumas antigos ligados a abusos na comunidade e à atuação de pessoas influentes.
O que acontece no final?
Leopold descobre que vítimas de abusos já marcavam a cidade antes dos desaparecimentos. O agressor principal seria Marekl Chojnacki, empresário influente ligado à igreja local. A igreja e o poder municipal formavam uma rede de silêncio que dificultava denúncias.
Chojnacki tinha um filho, Nicki, que sequestra Piotruś, filho de Julia, para um ritual supersticioso. Nicki também foi responsável pelo sequestro de Adam Poznanski, cuyo caso já apresentava indícios de conivência de autoridades. A polícia chega a tempo de salvar Piotruś e baleia Nicki.
Ao longo do desfecho, o promotor confronta Andrzej Pakosz, chefe dele, que teria ajudado a encobrir provas ligadas ao caso de Marekl. Leopold afirma que apenas o tribunal pode determinar a culpa dele. O final também coloca Leopold em um relacionamento com a escritora Julia Sarman.
Sobre o elenco e a direção
Jakub Gierszał retorna como o promotor Leopold Bilski. Marianna Żydek interpreta a escritora Julia Sarman, Andrzej Chyra atua como Andrzej Pakosz, e Zdzisław Wardejn integra o elenco ao lado de Adam Bobik. A franquia adapta romances de Malgorzata Oliwia Sobczak, com Panek na direção e roteiro assinado por Panek e Lukasz M. Maciejewski.
Onde assistir e recepção
As Cores do Mal: Preto é produção exclusiva da Netflix. O filme não está disponível em outros serviços de streaming ou canais. A recepção crítica ficou abaixo da anterior, com avaliações mistas em plataformas de referência. Em plataformas de avaliação de público, o filme aparece com notas modestas.
Diferentes temas em comparação com Vermelho
Ainda que conectados pela presença do promotor Bilski, Preto avança com uma trama distinta da de Vermelho. Mantém o foco em abuso infantil e na conivência de setores de poder, explorando como o silêncio impacta investigações e justiça.
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