- Jesse Eisenberg não aceitou voltar a interpretar Mark Zuckerberg em The Social Reckoning; Jeremy Strong é o novo Zuckerberg.
- O diretor e roteirista Aaron Sorkin diz ter tentado convencer Eisenberg por três dias, em entrevista à Vanity Fair.
- Sorkin afirma que Eisenberg não quis mais ser confundido com o personagem e tem questões pessoais com Zuckerberg.
- O elenco traz Jeremy Allen White como Jeff Horwitz e Mikey Madison como Frances Haugen.
- The Social Reckoning irá explorar as polêmicas recentes envolvendo o Facebook, incluindo reportagens do Wall Street Journal sobre permissões para contas de figuras poderosas violarem regras.
Jesse Eisenberg não voltará a interpretar Mark Zuckerberg na continuação de A Rede Social, intitulada The Social Reckoning. O filme contará com Jeremy Strong no papel do criador do Facebook, substituindo o intérprete original.
Segundo o diretor e roteirista Aaron Sorkin, a ideia de manter Eisenberg no elenco foi discutida, mas o ator decidiu não retornar. Sorkin afirma ter tentado convencer Eisenberg por três dias, porém o ator preferiu seguir em outra direção, reconhecendo ter questões pessoais com o personagem.
Sorkin explica que Eisenberg não queria mais ser confundido com Zuckerberg e citou situações em que fãs o abordavam com cartões de visita nos aeroportos, pedindo autógrafos. O cineasta ressalta que o ator já havia sido desafiado anteriormente pelo papel.
Novo elenco e foco do filme
O filme terá Jeremy Strong como Zuckerberg, conhecido por Succession, além de Jeremy Allen White no papel de Jeff Horwitz, correspondente do Wall Street Journal. Mikey Madison interpretará Frances Haugen, antiga funcionária da empresa.
O diretor descreve que Strong foi a escolha que melhor captou a queda de personagem em foco para a sequência. Strong chegou ao set no primeiro dia de filmagem e já falava como Zuckerberg, segundo Sorkin. A entrada dele influenciou a tonalidade do projeto.
Contexto e temas abordados
The Social Reckoning deve abordar polêmicas recentes envolvendo o Facebook, com base em reportagens do Wall Street Journal sobre permissões para contas de figuras poderosas violarem regras. O filme pretende explorar casos de violência e assédio associados às plataformas.
A produção mantém o objetivo de retratar eventos e controvérsias recentes com abordagem factual, sem interpretações subjetivas. A obra continua sob a aegis de Sorkin, que também dirige o longa.
Entre na conversa da comunidade