- O documentário Stealing Magic acompanha Andi Gladwin e George Luck em busca de criminosos que roubam truques de ilusionismo online.
- O filme mostra como pirataria afeta criadores, levando alguns a abandonar a carreira ou a enfrentar dificuldades financeiras.
- Um bootleg site teria pedido extorsão de 25 mil dólares por mês em bitcoin, segundo Luck.
- O filme, dirigido por Matthew Testa, combina suspense de cyberheist com um retrato de Gladwin e sua obsessão.
- Os produtores afirmam que o futuro da magia está em jogo devido à pirataria.
O documentário Stealing Magic, apresentado no Tribeca Film Festival 2026, revela um jogo de gato e rato entre ilusionistas que percorrem o mundo para identificar quem vende truques roubados pela internet. A obra mistura suspense de invasão cibernética com um retrato da comunidade mágica e de seus impactos.
No centro da história estão Andi Gladwin, mágico que comercializa truques de outros criadores, e Matthew Testa, diretor do filme. Eles investigam o comércio clandestino de truques, que surge quando as peças são vendidas a preços baixos em sites de bootleg.
O enredo mostra que alguns criadores chegam a abandonar a carreira para vender seus truques legítimos, diante do custo de desenvolvimento e do tempo dedicado. Gladwin explica que o ganho médio por truque é de poucos milhares de dólares, o que explica a motivação de alguns pela paixão.
Paralelamente, Gladwin e o mágico George Luck tentam cooperação com o site pirata para removê-lo, sem sucesso. Segundo Luck, a resposta foi de extorsão, com requisição de 25 mil dólares mensais em bitcoin. A gravidade do caso está ligada ao risco para a indústria da mágica.
A obra de Testa mescla a sensação de cyberheist com a análise do impacto na carreira de criadores e na reputação do setor. Gladwin afirma que a pirataria coloca em jogo o futuro da magia e a viabilidade de lançar novos truques.
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