- O filme Michael (2026) tornou-se a cinebiografia musical de maior bilheteria de todos os tempos, com US$ 911,9 milhões arrecadados globalmente.
- Foram US$ 358 milhões no mercado dos Estados Unidos e US$ 553 milhões no exterior; o montante não inclui a receita deste final de semana.
- Bohemian Rhapsody, sobre o Queen, faturou US$ 910 milhões globalmente em 2018, e rendeu ao ator Rami Malek o Oscar de Melhor Ator.
- Dirigido por Antoine Fuqua, Michael mostra os primeiros anos de Michael Jackson com o Jackson 5 até a turnê Bad, mas não aborda acusações de abuso sexual que marcaram a vida do artista.
- O sucesso elevou o interesse pelo catálogo de Jackson, impulsionando Thriller na BillBoard 200 e aumentando as reproduções das músicas do Jackson Five e de Michael Jackson.
Michael atingiu a marca de maior bilheteria entre cinebiografias musicais, com arrecadação global de US$ 911,9 milhões. O filme supera Bohemian Rhapsody (2018) e consolidou o título entre as produções do gênero.
A Lionsgate confirmou os números à Rolling Stone. Do total, US$ 358 milhões vieram dos Estados Unidos e US$ 553 milhões internacionais, sem incluir a receita do fim de semana em curso. Bohemian Rhapsody soma US$ 910 milhões mundialmente.
Apesar da recepção crítica negativa em alguns veículos, o filme teve grande fluxo de público e gerou interesse pelo catálogo de Michael Jackson. O espólio do artista deu andamento à produção mesmo com controvérsias legais envolvendo o retrato de acusações contra o cantor, o que levou ao refilmamento de parte do terceiro ato.
Desempenho, impacto e produção
O longa dirige Antoine Fuqua, a partir do roteiro de John Logan, e retrata os primeiros anos de Michael Jackson com os Jackson 5 até a turnê Bad, lançando o astro ao status de ícone pop.
Elenco e direção
Jaafar Jackson estrela o papel principal, acompanhado por Juliano Valdi na infância. Nia Long e Colman Domingo interpretam os pais, Miles Teller interpreta John Branca, e o elenco inclui Kendrick Sampson, Liv Simone, Kevin Shinick, KeiLyn Durrell Jones, Larenz Tate e Laura Harrier.
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