- Rei Black integra o elenco da série internacional da Netflix Man on Fire, produzida entre Brasil, Estados Unidos e México, e vem ganhando destaque global.
- Na trama, ele vive Duda, um chefe do morro envolvido em negociações motivadas por interesses financeiros após a chegada de mercenários ao Rio de Janeiro.
- As gravações aconteceram no México e no Rio de Janeiro, com preparação física, treino com armas e cenas de ação para um formato “cinematográfico”.
- O ator ressalta que a prática contínua de atuação e o movimento técnico “Black Ninja” ajudam na construção corporal e na performance, especialmente nas cenas de ação.
- Rei Black celebra a presença de profissionais brasileiros em produções internacionais e aponta o objetivo de ampliar a influência do cinema e da narrativa negro-brasileira no mundo.
Rei Black integra o elenco de Man on fire, produção internacional da Netflix que mistura Brasil, EUA e México. A série tem chamado atenção global e figura entre as mais assistidas. O artista brasileiro atua em diferentes plataformas e segue ampliando sua presença no mercado internacional.
Na trama, Rei Black interpreta Duda, chefe de morro envolvido em negociações motivadas por interesses financeiros após a chegada de mercenários ao Rio de Janeiro. Ele já havia interpretado o marido de Lola, na série Beleza Fatal, da HBO Max.
As gravações ocorreram tanto no México quanto no Rio de Janeiro, com equipe de produção norte-americana e local. O elenco conta com nomes como Alice Braga, em atuação ao lado do ator, que descreve o papel como estratégico para o desenrolar da história.
O trabalho exigiu preparação física intensa e treinamentos com armas, característicos de propostas com tom hollywoodiano. Rei Black comenta que a produção exige adaptação de técnicas e esforço contínuo, incluindo o uso de movimentos de artes marciais em cenas de ação.
A experiência amplia a atuação do artista em formatos distintos. Rei destaca a relevância de levar narrativas brasileiras e negras ao palco internacional, contribuindo para a visibilidade do cinema nacional e do cinema negro.
A nova adaptação promete ritmo acelerado e emoção, aliado a uma abordagem mais serializada. O ator prevê ação com adrenalina, aliada a elementos emotivos que devem atrair o público.
Esse passo na carreira acompanha outras iniciativas globais, como a direção do documentário Caminho de volta, que aborda ancestralidade na diáspora e foi levado ao continente africano. A obra reforça o interesse de Rei Black por ampliar a reflexão sobre raça e identidade.
Rei Black já ganhou notoriedade ao protagonizar a primeira edição de Falas negras, da Globo, e atua no teatro preto carioca, sendo fundador da Confraria do Impossível. Entre os reconhecimentos, destaca-se a indicação ao Shell 2023 pelo solo O grande dia, além de projetos como Amor de baile, com perspectiva de Shell 2025.
O ator já participou de longas como Nosso sonho e Mussum, o filmis, entre outros. Para ele, transitar entre cinema, televisão e teatro é essencial para a formação artística, pois cada formato exige técnicas próprias.
Continuidade de carreira e perspectivas
A experiência internacional de Rei Black está sendo fortalecida pela colaboração com profissionais de vários países. O ator reforça a ideia de que a diversidade de formatos amplia o alcance de suas obras e enriquece a visão artística.
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