- Tim Allen falou sobre fé e sobriedade de quase 30 anos em entrevista à revista US Weekly, destacando sua trajetória pessoal.
- Em relação a Toy Story 5, o ator aponta que o filme aborda a relação das crianças com a tecnologia e menciona cenas focadas em celulares.
- O intérprete elogiou a Pixar por valorizar brincadeiras e interações além das telas, ressaltando a coragem da abordagem.
- Allen relembrou momentos marcantes, incluindo a morte do pai em 1964 e a prisão em 1978, quando foi pego com cocaína em um aeroporto de Michigan e cumpriu quase dois anos de prisão federal.
- Sobre sua transformação, o ator disse ter repensado a vida após a sobriedade, passou a estudar os textos sagrados e descreveu a relação com as filhas sob uma nova perspectiva.
Tim Allen abriu detalhes sobre sua trajetória pessoal em entrevista à US Weekly. O ator falou de fé, sobriedade próxima de 30 anos e dos desafios enfrentados ao longo da carreira em Hollywood. A conversa também abordou o legado de Toy Story.
O astro retorna aos cinemas como voz de Buzz Lightyear em Toy Story 5, cuja estreia ainda não tem data definida. A produção deve explorar a relação entre crianças e tecnologia, com cenas que destacam o uso intenso de celulares.
Allen relembrou a importância de Toy Story para a indústria, afirmando que muitas pessoas envolvidas inicialmente duvidaram do projeto. O filme anterior é visto por ele como marco duradouro para público de várias idades.
Trajetória e fé
Além do sucesso na animação, o ator atuou em filmes e séries como Família em Obras, Um Homem entre Mulheres e Reparos em Família. Ele também comentou as mudanças de Hollywood e as dificuldades de manter novos métodos de atuação.
Em relatos sobre a vida familiar, Allen destacou que a sobriedade alterou o relacionamento com as filhas. A mais velha conviveu com ele durante o período de luta contra o vício, enquanto a mais nova o conhece apenas na condição de pai sobrio.
Marco da prisão e reorientação
Em 1978, Allen foi preso em um aeroporto de Michigan por tráfico de cocaína. Ao se declarar culpado, cumpriu cerca de dois anos em prisão federal. O período foi descrito como decisivo para a mudança de vida.
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