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Armie Hammer admite responsabilidade por cancelamento em Hollywood

Armie Hammer comenta cancelamento em Hollywood, afirmando ter criado os problemas, enquanto retorna aos cinemas após acusações de assédio e canibalismo

Ator foi acusado de assédio sexual e canibalismo
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  • Armie Hammer falou sobre o cancelamento em Hollywood, dizendo à The Hollywood Reporter que “criei esses problemas para mim mesmo”.
  • O ator ganhou notoriedade com Me Chame Pelo Seu Nome (2017) e foi alvo de acusações de assédio sexual e canibalismo em 2021, que ele negou.
  • O escândalo resultou no afastamento dele, com colegas e assessores partindo e dados pessoais dele e de terceiros sendo expostos; Hammer diz ter levado pessoas perigosas para sua vida.
  • Em 2024 ele voltou a Los Angeles, recebeu convite de Uwe Boll para o filme Citizen Vigilante e passou a atuar em mais três longas de baixo orçamento, sem agentes ou assessoria de imprensa.
  • O ator afirmou que, antes da controvérsia, não estava bem e que aceitar a situação é o caminho para seguir em frente, dizendo que pessoas saudáveis não agem como ele.

Armie Hammer, conhecido pelo papel em Me Chame Pelo Seu Nome, abriu sobre o período de cancelamento que enfrentou em Hollywood. Em entrevista à The Hollywood Reporter, ele afirmou ter criado seus próprios problemas. O episódio marcou o desmoronamento de sua carreira.

O ator também relembrou momentos de fase áurea, quando vivia uma rotina marcada por excessos. Ele admite que buscava consumo constante de bebidas, relacionamentos e validação, admitindo que isso alimentou uma espiral que impactou sua vida pessoal e profissional.

Em 2021, surgiram acusações de assédio sexual e canibalismo, associadas a mensagens atribuídas a ele. Uma ex-companheira de quatro anos o descreveu como violento; outras duas mulheres também apresentaram denúncias. Hammer negou as acusações, afirmando que não houve crime para ele.

O relato do artista inclui a queda de seu círculo próximo, com a perda de agentes e assessores de imprensa. Segundo Hammer, amigos que o apoiaram também sofreram ataque online e tiveram dados expostos, em meio ao intenso escrutínio público.

No entanto, Hammer diz ter passado por um processo de autoconhecimento. Ele descreve períodos de foco na saúde mental, na relação com os filhos e no amadurecimento pessoal, buscando superar o dano causado à imagem pública.

Retorno aos cinemas

Em 2024, Hammer voltou a Los Angeles após temporadas em Veneza e nas Ilhas Cayman. O cineasta Uwe Boll o convidou para o filme Citizen Vigilante, que enfrenta dificuldades de distribuição por suposto conteúdo racista. O ator assinou outros três projetos de baixo orçamento.

Hoje, Hammer atua sem agentes, sem empresário e sem assessoria de imprensa pessoal. Para quem quiser contratá-lo, o caminho é via IMDb Pro, com o suporte de seu advogado. Ele afirma manter agenda mais flexível desde a volta aos sets.

O ator relembra o estado emocional anterior à controvérsia, apontando aprendizados sobre a saúde mental e o equilíbrio. A leitura de momentos difíceis é apresentada como base para mudanças de atitude e foco no futuro profissional.

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