- Ator Rafael Infante conversa com a CNN Brasil sobre a relação de crianças com tecnologia e a temática de Toy Story 5.
- Infante reconhece contradição: critica o uso excessivo de telas pela filha, mas admite que também usa bastante.
- Ele afirma que a tecnologia não é vilã e defende equilíbrio entre consumo e momentos de tédio, destacando que ela não desaparecerá.
- Maísa, também dubladora do filme, relembra a infância com menos acesso a dispositivos e comenta como isso afeta as comparações entre crianças.
- O filme enfatiza o valor do tédio na formação infantil, defendendo que o silêncio e o ócio promovem experiências de desenvolvimento.
A prática de entrevista sobre Toy Story 5 envolve Rafael Infante, que dubla um personagem no filme. Ele comenta a relação das crianças com as telas e como o tema da obra dialoga com a vida contemporânea. A reportagem aborda o equilíbrio entre tecnologia e momentos de tédio.
Infante analisa diferenças entre a infância de sua geração e a atual. Ele admite prática ambígua no próprio comportamento: critica o uso excessivo de telas pela filha, mas reconhece que também recorre a dispositivos. O ator enfatiza que todos estão inseridos nessa realidade.
Para o ator, a tecnologia deve ser vista como ferramenta e não como inimiga. Ele defende um equilíbrio saudável e aponta que a presença tecnológica não vai desaparecer, apenas se ajustar com o tempo. A abordagem do filme reforça essa leitura.
Perspectiva de Maísa
Maísa, que também dubla Lilypad, compartilha lembranças da infância com menos acesso a dispositivos. Ela observa que não havia a mesma comparação entre crianças, apesar de reconhecer a criatividade da prima de 8 a 9 anos, criada em meio à tecnologia.
Segundo a atriz, a tecnologia pode contribuir para atributos como raciocínio lógico, ainda que a ausência constante de aparelhos tenha sido benéfica para o desenvolvimento social. A entrevista reforça a diversidade de experiências entre gerações.
O valor do tédio na formação
Infante ressalta a importância do tédio na formação infantil. O ator afirma que o vazio preenchido pela tela pode ser prejudicial e que o silêncio amplia oportunidades de aprendizado. O filme, segundo ele, tenta resgatar esse aspecto essencial.
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