- A história do cinema paraguaio começou em 2 de junho de 1900, com a primeira projeção de um filme no país, realizada por um representante dos irmãos Lumière.
- Em Copas do Mundo, o Paraguai chegou às quartas de final em 2010, perdendo para a Espanha, campeã.
- Em 2026, o Paraguai disputará a nona Copa do Mundo, fruto de uma recuperação nas Eliminatórias da Conmebol, com o técnico Gustavo Alfaro levando a equipe a perder apenas uma partida em doze jogos.
- No cinema, destaque para Hamaca Paraguaya (2006), de Paz Encina, premiado em Cannes (Un Certain Regard) com o prêmio FIPRESCI, representando o Paraguai na mostra.
- Em 2019, foi aprovada a Lei de Fomento ao Audiovisual, que criou o Instituto Nacional do Audiovisual do Paraguai (INAP) para incentivar produção e distribuição de filmes.
O Paraguai marca presença na Copa do Mundo de Cinema com o filme Hamaca Paraguaya, dirigido por Paz Encina, lançado em 2006. A produção foi escolhida para representar o país no festival, destacando-se na mostra Un Certain Regard de Cannes e recebendo o prêmio FIPRESCI.
A história do cinema no Paraguai remonta a 2 de junho de 1900, quando houve a primeira projeção no país, realizada por um representante dos irmãos Lumière. Desde então, o setor enfrentou períodos de escassez e instabilidade política, atrasando lançamentos como o longa Cerro Corá, de 1978.
O cenário mudou com o avanço de mídias como o vídeo e, recentemente, o digital, que facilitaram a produção nacional. Em 2019, o Paraguai regulamentou o audiovisual com a Lei de Fomento, criando o Instituto Nacional do Audiovisual do Paraguai (INAP) para incentivar produção e distribuição.
Hamaca Paraguaya, filmado em 35 mm, foca dois idosos em uma rede, discutindo a ausência do filho que partiu para a Guerra do Chaco. A obra adota planos-sequência estáticos e uma estética que contrasta o que se vê e o que se ouve, exercitando uma leitura histórica do país.
Representantes do Paraguai na Copa do Mundo de Cinema, o TemQueVer e o Cine Mulholland, enfatizam a importância de projetos que conectem memória, identidade e linguagem cinematográfica. A produção de Encina consolida o país como gerador de cinema autoral na região.
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