Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Crítica aponta falha de narrativa em novo sci-fi de Spielberg

Spielberg volta à ficção científica com Dia D, gerando pânico global por segredos alienígenas e debater ritmo da narrativa.

Steven Spielberg retorna à ficção científica em Dia D (Foto: Divulgação)
0:00
Carregando...
0:00
  • Dia D traz Spielberg de volta à ficção científica, mostrando o pânico global causado pela descoberta de segredos alienígenas e a história de um funcionário que rouba tecnologia secreta.
  • A recepção é amplamente dividida: parte dos críticos valoriza a execução técnica, enquanto outros reclamam de uma premissa considerada obsoleta.
  • The Critical Drinker critica o filme como “festival de bocejos”, com trama genérica, vilão sem motivações e distanciamento do público.
  • Otávio Ugá destaca falhas no roteiro e em anacronismos tecnológicos, mas afirma que a direção de Spielberg eleva o material, com boa composição de planos, trilha sonora de John Williams e atuações de Emily Blunt e Josh O’Connor.
  • Waldemar Dalenogare ressalta a abordagem contemporânea sobre terceirização de documentos por empresas privadas, elogia O’Connor, observa uso de mídia televisiva antiga no roteiro e considera a trilha de Williams fundamental para a experiência.

Em Dia D, Steven Spielberg retorna à ficção científica ao retratar o pânico global causado pela revelação de segredos alienígenas. O filme acompanha a trajetória de um funcionário que rouba tecnologia confidencial, gerando debates sobre a premissa e a execução.

Os críticos divergem sobre a narrativa. Enquanto a forma recebe elogios pela competência técnica, a estrutura é alvo de críticas, com avaliações que vão desde aprovação da condução até desaprovação de uma premissa vista como arcaica.

Para o crítico The Critical Drinker, o longa apresenta um enredo previsível, com referências de clichês dos anos 90 e vilão pouco motivado, o que, segundo ele, reduz o impacto da história. A avaliação sugere distanciamento de Spielberg em relação ao público atual.

Já Otávio Ugá, do Canal Super Oito, aposta em uma leitura mais equilibrada. O especialista aponta falhas no roteiro de David Koepp, como usos de tecnologias convenientes e anacronismos, porém reconhece que a direção eleva o material e envolve o público.

Ugá destaca ainda o domínio técnico de Spielberg na composição de planos e a trilha sonora de John Williams. As atuações de Emily Blunt e Josh O’Connor são citadas como elementos que fortalecem a experiência, ainda que o filme não alcance a condição de obra-prima.

O crítico Waldemar Dalenogare, do canal Dalenogare Críticas, ressalta a contemporaneidade ao tratar da terceirização de documentos por empresas privadas, um diferencial em relação aos trabalhos anteriores do diretor. O desempenho de Josh O’Connor é citado como uma das grandes revelações atuais.

Dalenogare também comenta que, apesar de o roteiro depender de uma pegada televisiva antiga e soar desconectado da realidade, a experiência cinematográfica continua válida. A trilha sonora de John Williams é destacada como elemento que mantém o ritmo da narrativa.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais