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Empresas financiam plataforma brasileira de conteúdos antirracistas

Black Hub, plataforma antirracista com conteúdo gratuito, recebe patrocínio via Lei Rouanet de Itaú, Caixa, Bayer e Fujifilm

‘Streaming antirracista’: empresas financiam plataforma brasileira de conteúdos com temática racial
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  • Black Hub, plataforma brasileira lançada pelo Pacto de Promoção da Equidade Racial, oferece acesso gratuito a conteúdos com temáticas raciais, incluindo filmes, podcasts, livros, musicais e conteúdos infantis.
  • O projeto teve custo estimado em cerca de R$ 1 milhão, financiado pela Lei Rouanet por meio de Itaú, Caixa Capitalização, Bayer e Fujifilm.
  • O lançamento ocorreu nesta semana, com a embaixadora Isabel Fillardis destacando a plataforma como ferramenta de democratização do conhecimento, cultura e narrativas negras brasileiras.
  • No primeiro ano, cerca de cinquenta conteúdos já disponíveis, com acervo cedido por parceiros como Endemol/HBO, Warner Bros e Globoplay; no ano seguinte, há previsão de incorporar conteúdo próprio.
  • O projeto surgiu a partir de demanda na Conferência Anual Empresarial de ESG Racial e contou com apoio de empresas signatárias do Pacto, que somam oitenta e cinco instituições; alguns coqueiros veem dificuldade de patrocínio, mas o engajamento foi facilitado por parcerias já existentes.

A Black Hub, plataforma brasileira de conteúdos com temáticas raciais, foi lançada nesta semana pelo Pacto de Promoção da Equidade Racial. O objetivo é oferecer acesso gratuito a filmes, podcasts, livros, musicais e conteúdos infantis voltados à formação antirracista. O lançamento ocorreu durante um evento em São Paulo.

Segundo a organização, a iniciativa é Henfit de um esforço de educação e cultura para toda a sociedade. Isabel Fillardis, embaixadora do Pacto, reforçou que a plataforma é uma ferramenta de democratização do conhecimento e das narrativas negras.

A Black Hub recebeu apoio via Lei Rouanet, com patrocínio de quatro empresas: Itaú, Caixa Capitalização, Bayer e Fujifilm. O custo total do projeto ficou em torno de 1 milhão de reais, segundo o grupo.

Conteúdos e financiamento

Guibson Trindade, gerente executivo do Pacto, explicou que a ideia surgiu a partir de demanda apresentada em 2024 pela Conferência Anual Empresarial de ESG Racial. O objetivo é ampliar o letramento racial entre colaboradores.

Entre os conteúdos já disponíveis estão musicais como Cartola: O mundo é um moinho e Dona Ivone Lara: Um sorriso negro, além do videocast Vozes da Diáspora. O material inicial foi cedido por instituições parceiras.

No primeiro ano, a cessão de acervos deve vir de produtores e autores. Parceiros recentes listam Endemol/HBO, Warner Bros e Globoplay. No ano seguinte, a previsão é incluir conteúdo produzido pela própria Black Hub.

Desafios e próximos passos

A equipe afirma que engajar empresas foi um desafio para transformar a ideia em prática. Um ponto citado foi a falta de referências de serviços similares no país, o que exigiu adaptação do modelo.

A segunda fase prevê a construção de conteúdo próprio e ampliar a participação de vozes negras com diferentes linguagens de expressão. A meta é ampliar o acervo e o alcance da plataforma.

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