- Dia do Cinema Brasileiro é celebrado em 19 de junho, lembrando a primeira filmagem no Brasil, em 1898, na Baía de Guanabara.
- A Glamour reuniu os filmes nacionais favoritos da redação, destacando obras de diferentes décadas.
- Manas, Lisbela e o Prisioneiro, Que Horas Ela Volta?, O Auto da Compadecida e Jogo de Cena aparecem entre os títulos escolhidos, com observações sobre impacto e estilo.
- Também aparecem Praia do Futuro, Central do Brasil, Terra em Transe, Bacurau e Ainda Estou Aqui como opções mencionadas pela equipe.
- As escolhas ressaltam a diversidade do cinema brasileiro e o papel dessas obras na construção da identidade cultural do país.
O Dia do Cinema Brasileiro é celebrado em 19 de junho. A data relembra a primeira filmagem nacional, realizada em 1898 na Baía de Guanabara, a bordo do navio Brésil. Hoje, o cinema brasileiro permanece vivo, com obras que atravessam gerações.
A Glamour reuniu os longas nacionais favoritos da redação para celebrar a produção do país. O foco é apresentar títulos variados, que vão desde clássicos até produções mais recentes, destacando temas sociais, culturais e históricos. A curadoria busca manter o estilo informativo e objetivo.
Manas
O drama social de Marianna Brennand, inspirado em casos de exploração infantil na Ilha do Marajó, é citado pela equipe por sua sensibilidade e qualidade de atuação. A obra acompanha a jovem Marcielle em busca de autonomia e resistência.
Lisbela e o Prisioneiro
A comédia romântica é elogiada pela atuação de Selton Mello e pela trilha sonora marcante. A equipe destaca o tom leve e a construção de humor, mantendo o encanto ao longo da narrativa.
Que Horas Ela Volta?
O filme é reconhecido pela abordagem das desigualdades sociais no Brasil. A relação entre Val e Jéssica é lembrada pela complexidade dos personagens, que convidam à reflexão sobre maternidade, sonhos e espaços sociais.
O Auto da Compadecida
O longa, faro de lembranças de infância, é citado pela importância cultural e literária. A adaptação cinematográfica é apresentada como marco para o cinema e para a literatura nacional.
Jogo de Cena
O filme de Eduardo Coutinho é destacado pela fusão entre vida real e ficção. A montagem entre entrevistas e encenações oferece uma experiência que envolve o público de maneira singular, segundo a equipe.
Praia do Futuro
A produção de Karim Ainouz é lembrada pela delicadeza ao tratar de escolhas. A narrativa acompanha um salva-vidas e a relação com o amanhã, abrindo espaço para reflexões sobre desejo e futuro.
Central do Brasil
O drama de Dora é citado pela transformação de personagens e pela atuação marcante de Fernanda Montenegro. A obra é destacada pela força emocional que carrega na trajetória proposta.
Terra em Transe
O título de Glauber Rocha é reconhecido como expressão política de sua época, com relevância ainda hoje. A obra é descrita como essencial para entender o cinema latino-americano e a história brasileira.
Bacurau
O filme é visto como exemplo de resistência comunitária e identidade cultural. A combinação de gêneros e a ambientação brasileira aparecem como elementos-chave para o impacto da produção.
Ainda Estou Aqui
O título encerra a lista com a atuação marcante de Fernanda Torres. A narrativa é lembrada pela força do monólogo e pela abordagem crua sobre o período da ditadura militar no Brasil.
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