- O filme Supergirl (Estados Unidos, 2026) chega aos cinemas na quinta-feira, 25 de junho, com Milly Alcock no papel-título.
- A personagem Kara Zor-El é apresentada de forma imperfeita e temperamental, diferente do arquétipo tradicional da heroína “boa moça”, dividindo espaço com o cachorro Krypto.
- Craig Gillespie dirige o projeto, inspirado pela história em quadrinhos Mulher do Amanhã, com roteiro de Ana Nogueira.
- A produção aposta no subgênero female rage, explorando uma heroína que não é sexualizada nem está centrada em códigos morais rígidos.
- O filme contrasta com a versão de 1984 e traz Ruthye e outros elementos de ficção científica em uma aventura interplanetária.
A nova versão de Supergirl chega aos cinemas em 25 de junho de 2026, nos EUA, sob a direção de Craig Gillespie. A personagem Kara Zor-El aparece com estilo rebelde e imperfeito, diferente do padrão habitual das heroínas. Milly Alcock interpretará a protagonista, vestindo o uniforme clássico em tom vermelho e azul.
A história acompanha uma Kara afastada da luz amarela da Terra. Sem superpoderes, ela usa a energia caótica ao redor para enfrentar seus fantasmas. O cão Krypto acompanha a jovem em uma jornada entre planetas com sóis vermelhos, buscando lidar com perdas e traumas.
A produção busca explorar falhas e traços temperamentais, rompendo com o arquétipo da heroína impecável. Gillespie mencionou, em entrevista, que a personagem representa um estilo anti-herói, comum a figuras masculinas de destaque no gênero.
A base de inspiração vem de Mulher do Amanhã, história em quadrinhos que também aparece em releituras para o cinema. A narrativa traça um arco de vingança que envolve Ruthye, Krem e uma perseguição espaço afora, com encontros inusitados entre a dupla e personagens de outros mundos.
O elenco de apoio inclui a atriz Eve Ridley, que encena Ruthye, e Jason Momoa, que aparece como Lobo, um motoqueiro de outro planeta. A produção investe em explorar dinâmicas de amizade e alianças improváveis durante a jornada.
Elenco e direção
Milly Alcock, aos 26 anos, já se destacou em A Casa do Dragão, onde interpretou uma princesa determinada. Gillespie, conhecido por Eu, Tonya e Cruella, assume a direção para fundamentar o tom de fúria feminina na narrativa.
Enredo e contexto
A trama amplia o conceito de heroísmo ao permitir que Kara confronte traumas pessoais. O roteiro, assinado pela brasileira Ana Nogueira, aponta para um viés de cinema contemporâneo que valoriza protagonistas complexas e imperfeitas.
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