- Letícia Colin publicou um vídeo refletindo sobre o sistema prisional brasileiro, gravando nos bastidores de Adriana na novela Quem Ama Cuida.
- Nas imagens, a atriz aparece como detenta em um presídio desativado, o Complexo Penitenciário Frei Caneca, cenário da trama, onde foram gravadas 122 cenas.
- O espaço, que funcionou por mais de cento e cinquenta anos, carrega um peso histórico destacado pela atriz.
- Letícia questiona a efetividade do sistema, enfatizando a falta de condição de trabalho digno para servidores e de uma verdadeira ressocialização para os presos.
- A personagem Adriana foi condenada a 12 anos em regime fechado por homicídio de Arthur Brandão, reforçando o tom realista das gravações.
Letícia Colin divulgou, nesta sexta-feira, 19 de junho, um vídeo sobre as gravações da novela Quem Ama Cuida. Nas imagens, a atriz aparece caracterizada como Adriana, detenta da trama, em um presídio desativado que serviu de cenário. O registro traz uma reflexão sobre o sistema prisional brasileiro.
A produção contou com 122 cenas gravadas no Complexo Penitenciário Frei Caneca, espaço já fora de funcionamento. A antiga prisão possui mais de 150 anos de história e foi escolhida para dar verossimilhança aos eventos da novela.
Na legenda do material, Letícia aponta o peso histórico do local e questiona a efetividade do sistema carcerário, bem como as condições de trabalho para servidores e de ressocialização para quem está preso. A personagem Adriana foi condenada a 12 anos em regime fechado pelo homicídio de Arthur Brandão, interpretado por Antonio Fagundes.
Gravações e cenário
O vídeo mostra ainda o impacto de trabalhar em um espaço real que abrigou diversas etapas da vida da instituição. A equipe de produção ressalta a atmosfera precária do ambiente e o objetivo de trazer mais realismo à narrativa.
A atriz comenta que a experiência é intensa para todos os envolvidos, refletindo sobre o uso de um espaço histórico para retratar a rotina de pessoas encarceradas. O material reforça o compromisso da equipe com a plausibilidade da trama sem violar a ética jornalística.
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