- O 28º Festival Internacional de Cinema de Xangai ocorre entre 12 e 21 de junho, com uma amostra especial de filmes brasileiros.
- A iniciativa faz parte do Ano Cultural Brasil-China 2026, visando ampliar as trocas culturais entre os dois países.
- Estão na programação os títulos A Fabulosa Máquina do Tempo, de Eliza Capai, e Feito Pipa, de Allan Deberton.
- Além disso, O Deserto de Luiza e Amadeo e o Hipotético Mundo Novo participam de competições; Feito Pipa integra a exposição Belt and Road Film Week.
- Ao longo do evento, os filmes brasileiros receberam palestras e sessões para o público, destacando a diversidade da produção nacional.
O 28º Festival Internacional de Cinema de Xangai (SIFF) traz uma amostra especial dedicada ao cinema brasileiro, realizada entre 12 e 21 de junho. A iniciativa faz parte do Ano Cultural Brasil-China 2026, que visa ampliar as trocas culturais entre ambos os países.
A programação reúne obras brasileiras de diferentes trajetórias, com foco na diversidade de vozes e temas. A presença brasileira no festival destaca a força criativa da produção audiovisual nacional na China, um dos maiores mercados de cinema do mundo.
A Fabulosa Máquina do Tempo, de Eliza Capai, e Feito Pipa, de Allan Deberton, integram a amostra principal do Brasil no SIFF. Dois títulos que reforçam a diversidade de estilos do cinema nacional que circula internacionalmente.
Além dessas exibições, o Deserto de Luiza (2026) e Amadeo e o Hipotético Mundo Novo (2026) participam de competições do festival, ampliando a presença de produções recentes do Brasil na mostra internacional.
Feito Pipa compõe a exposição Belt and Road Film Week, dedicada a fortalecer intercâmbios cinematográficos entre países, com destaque para a participação de Lázaro Ramos no elenco. As obras reforçam a tela brasileira em contextos globais.
Ao longo do evento, o Brasil foi representado por uma lista de títulos que inclui Coração das Trevas, Papaya, Amadeo e o Hipotético Mundo Novo, Para Vigo me Voy, A Fabulosa Máquina do Tempo, O Deserto de Luiza, Herança de Narcisa e A Hora da Estrela.
Desde a abertura até o encerramento, as obras brasileiras foram acompanhadas de palestras e exibições em várias sessões, contando com a presença do público e de profissionais do cinema. A cobertura do SIFF segue em paralelo com a programação do Ano Cultural Brasil-China 2026.
Sob supervisão de Gabriela Maraccini.
Filmes nacionais em cartaz no SIFF
- Coração das Trevas, Rogério Nunes
- Papaya, Priscilla Kellen
- Amadeo e o Hipotético Mundo Novo, Edu Felistoque
- Para Vigo me Voy!, Lírio Ferreira e Karen Harley
- A Fabulosa Máquina do Tempo, Eliza Capai
- Feito Pipa, Allan Deberton
- O Deserto de Luiza, Alan Minas
- Herança de Narcisa, Clarissa Appelt e Daniel Dias
- A Hora da Estrela, Suzana Amaral
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