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Olivia Cooke discute poder e privilégio e divisões em House of the Dragon

Olivia Cooke analisa Alicent em House of the Dragon, destacando a divisão de fãs e o peso da origem trabalhadora em sua trajetória

Watch the throne … Olivia Cooke.
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  • Olivia Cooke comenta como Alicent Hightower, personagem de House of the Dragon, tem gerado debates entre fãs e divide opiniões desde a primeira temporada.
  • A atriz destaca que Alicent é produto do patriarcado e que, nas últimas temporadas, sua história ganhou nuances que podem ressoar com pessoas que não se identificam com o status quo.
  • Cooke relata receber insultos na vida real por causa de seu papel na série e diz que tenta lidar com isso com ironia, sem se deixar abalar.
  • Ela também explica ter deixado de usar o Instagram há seis meses, citando o conteúdo extremo de redes sociais como motivação, e observa como isso impacta a percepção de corpo e carreira.
  • Cooke enfatiza a importância de oficinas de drama para jovens de origens operárias, criticando a falta de investimento na arte e defendendo uma diversidade de vivências no cinema, na televisão e no teatro.

Olivia Cooke aborda a repercussão de House of the Dragon em trajetória de atriz com olhar crítico sobre classes, privilégio e a relação do público com a personagem Alicent Hightower. Em Londres, a atriz comenta como o papel a levou a repensar o próprio background.

A série, prequela de Game of Thrones, mostra Alicent em meio a intrigas palacianas, alianças e disputas pelo Trono de Ferro. Cooke descreve a personagem como multifacetada, sob forte pressão familiar e social, em um contexto de guerra civil.

Entre trabalho e vida pública, Cooke revela o impacto das críticas recebidas e o deslocamento de seu perfil nas redes. Ela também observa que o debate em torno de Alicent tem ressonância com grupos que se identificam com a estética queer, sem afirmar que a personagem seja representativa.

Carreira, House of the Dragon e repertório

Cooke traça a jornada profissional desde o nascimento em Oldham, passando por Bates Motel e filmes com Spielberg, até o protagonismo em House of the Dragon. O papel de Alicent consolidou sua posição na dramaturgia contemporânea.

Ela aponta que a atuação trouxe reconhecimento, mas também atenção negativa em ruas e redes. Em vez de reações generalistas, destaca a necessidade de lidar com críticas de forma direta, buscando manter equilíbrio entre vida pessoal e carreira.

Origens, atuação e impacto de oficinas

A atriz relembra a participação no Oldham Theatre Workshop, fonte de contatos que moldaram sua trajetória. Defende mais iniciativas de formação artística para jovens de áreas trabalhadoras, para ampliar diversidade e quebrar redes restritas.

Cooke reforça que programas de teatro promovem habilidades sociais e expressão, especialmente em tempos de isolamento digital. Ela critica corte de financiamento à cultura e incentiva políticas que valorizem o aprendizado através da arte.

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