- Toy Story 5 traz de volta a turma de brinquedos, com Woody e Buzz Lightyear, centrando a história em Bonnie e seus brinquedos.
- No enredo, Woody retorna ao quarto de Bonnie para reencontro com os amigos, enquanto Jessie ganha destaque emocional.
- A garota Bonnie recebe um tablet chamado Lilypad, que simboliza a tecnologia e o consumo que afetam a relação dos brinquedos com as crianças.
- O filme aborda temas como solidão, pertencimento, obsolescência e o impacto do tecnocapitalismo na humanidade.
- Críticas apontam que o longa é bonito e divertido, mas acaba sem dar o coração à história, mantendo espaço para novas vozes como Blaze e outros brinquedos.
Toy Story 5 chega ao cinema com tom alegre e visual deslumbrante, mas carrega uma sensação de ausência de alma para alguns fãs. A nova aventura reúne novamente Woody, Buzz Lightyear e o restante do grupo, em uma história que acompanha a vida de brinquedos que ganham voz quando crianças não estão por perto.
A trama volta a Roque de Bonnie, agora interpretada por Scarlett Spears, centrando-se nos brinquedos que a acompanham. Woody retorna ao quarto da menina para reencontrar amigos, incluindo Buzz Lightyear, em uma linha que mistura nostalgia com novos dilemas existenciais dos brinquedos.
Entre as novidades, aparece Blaze, uma garota de atitude, com um elenco de brinquedos que inclui um boneco de ação com tutu rosa. O filme aborda temas da franquia sobre pertencimento, obsolescência e o impacto da tecnologia no cotidiano infantil, mantendo o tom familiar da série.
Lilypad, tablet apresentado em cena, simboliza a entrada de tecnologias na vida das crianças e o modo como isso afeta a relação dos brinquedos com seus próprios propósitos. A recepção aos temas é mada pela atuação de Tom Hanks, Tim Allen e Joan Cusack, que mantêm a essência dos personagens.
A direção fica a cargo de Andrew Stanton, com codireção de Kenna Harris, que revisitam questões de identidade, consumo e humanidade. Embora ofereça momentos de humor e encanto, o filme é visto por alguns como menos audacioso que os antecessores, priorizando a estética sobre a profundidade.
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