- Toy Story 5 chega com Woody, Buzz e o restante da gangue de volta, com Bonnie no centro da história.
- A trama acompanha a passagem do tempo e temas como solidão, pertença e obsolescência, em meio a uma nova era tecnológica.
- Bonnie ganha um tablet chamado Lilypad, que influencia o comportamento das crianças e afeta o mundo dos brinquedos.
- Novos personagens aparecem, incluindo Blaze, uma garota com atitude, e seus brinquedos ao redor.
- O filme é considerado correto, bonito e divertido, mas, segundo a crítica, falta alma e o coração da história.
Toy Story 5 chega aos cinemas em 21 de junho de 2026, reunindo Woody, Buzz Lightyear e Jessie para uma nova aventura da Pixar. A obra, dirigida por Andrew Stanton e codirigida por Kenna Harris, retoma o universo dos brinquedos de Bonnie, que assume o centro da narrativa ao lado de seus amigos. O filme mantém a ideia de vida secreta dos objetos, sob o olhar de uma geração que convive com telas.
Wooddy reaparece no quarto de Bonnie para reencontrar os amigos, incluindo Buzz Lightyear. O visual do pistoleiro remete a referências de faroeste, enquanto a narrativa foca nas mudanças de identidade dos brinquedos diante do tempo e da evolução da criança que os administra. Jessie também atua como protagonista de cenas de resgate e memória afetiva.
Bonnie ganha destaque com o tablet Lilypad, apresentado como um dispositivo que fascina crianças e altera comportamentos. O recurso tecnológico provoca impactos no grupo de brinquedos, especialmente na rotina de Jessie e na relação entre Bonnie e seus alto-falantes de fantasia. A presença de Lilypad introduz um tema de tecnocapitalismo no enredo.
Novos elementos e desafios
Blaze, personagem de Mykal-Michelle Harris, surge com uma personalidade arrojada e novos brinquedos ao seu redor, aumentando a energia da história. O elenco inclui ainda vozes de Scarlett Spears para Bonnie, além de outros retornos do elenco original. O tom permanece equilibrado entre humor e momentos emocionais, sem abandonar a combinação de fantasia e comentário social.
A equipe criativa atua para manter a mistura de nostalgia e inovação, explorando temas como solidão, pertencimento e obsolescência. O filme aborda a passagem do tempo através das vozes dos intérpretes e de recursos visuais que evocam animação artesanal, mantendo a identidade visual típica da franquia.
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