- Meryl Streep completa 77 anos nesta segunda-feira, 22 de junho, sendo reconhecida como atriz premiada e versátil.
- A matéria destaca oito papéis marcantes para entender a carreira da atriz: A Morte Lhe Cai Bem; O Diabo Veste Prada; Mamma Mia; Julie & Julia; A Dama de Ferro; Álbum de Família; Caminhos da Floresta; Não Olhe Para Cima.
- Em A Morte Lhe Cai Bem, contracena com Goldie Hawn em trama sobre juventude eterna e efeitos visuais inovadores.
- Em O Diabo Veste Prada, vive Miranda Priestly, diretora de revista de moda cuja liderança se manifesta pelo sussurro e pela presença.
- Em Julie & Julia, interpreta Julia Child, e em Mamma Mia, Donna, cantora que lidera uma hospedaria e canta canções do ABBA.
Meryl Streep completa 77 anos nesta segunda-feira, 22 de junho, consolidando-se como uma das atrizes mais premiadas e versáteis do cinema. Ao longo da carreira, ganhou três Oscars e construiu uma galeria de personagens que atravessa gerações. Além das telas, seus papéis influenciam viagens pessoais, como meu encontro com a culinária por meio de Julie & Julia.
Abaixo, destacamos oito papéis que costumam retornar à memória dos fãs. A seleção ajuda a entender por que Streep continua sendo referência de atuação, mantendo relevância em diferentes épocas do cinema.
A Morte Lhe Cai Bem (1992)
Streep e Goldie Hawn interpretam rivais que bebem uma poção de juventude eterna, gerando rivalidades que não envelhecem. O filme recebeu o Oscar de melhores efeitos visuais, com sequências em que corpos se partem sem cessar. Tornou-se cult entre públicos que valorizam exagero e humor negro.
A personagem Madeline Ashton representa o desgaste da imagem pública. A produção mistura drama, comédia e fantasia sombrinha, permitindo que a atriz explore camadas de vaidade e vulnerabilidade sem perder o ritmo satírico.
O Diabo Veste Prada (2006)
Na pele de Miranda Priestly, editora poderosa de revista de moda, Streep criou uma das chefes mais marcantes do cinema. O segredo está no sutil impacto do olhar, do silêncio e da compostura sob pressão. O filme, dirigido por David Frankel, é uma adaptação do romance de Lauren Weisberger.
O papel rendeu outra indicação ao Oscar e permanece atual como referência de liderança feminina no ambiente corporativo. A obra funciona como guia de estilo para muitos espectadores e profissionais da indústria.
Mamma Mia (2008)
Donna, dona de um hotel em uma ilha grega, vive uma virada musical impulsionada por canções do ABBA. Streep canta, dança e conduz a narrativa com leveza, tornando-se voz central de um grande sucesso de bilheteria.
A produção celebra a versatilidade da atriz, capaz de transitar entre drama e musical com naturalidade. O título é lembrado pela celebração da música como elemento de narrativa e emoção.
Julie & Julia (2009)
Streep interpreta Julia Child, cuja paixão pela cozinha transforma a vida de quem a acompanha. O filme alterna os relatos da chef nos anos 1950, em Paris, com a busca de uma blogueira nos dias atuais.
O papel rendeu a atriz o Globo de Ouro e reforçou a ligação entre comida e storytelling. A atuação celebra a curiosidade, dedicação e transformação pela cozinha.
A Dama de Ferro (2011)
A intérprete assume Margaret Thatcher em fases distintas da vida, com ênfase na transformação vocal e física. O filme dividiu opiniões, mas a atuação foi amplamente elogiada pela capacidade de retratar uma líder política.
A produção, dirigida por Phyllida Lloyd, destacou a habilidade de Streep em encarnar figuras públicas complexas, mantendo o foco na evolução do personagem ao longo do tempo.
Álbum de Família (2013)
Adornada pela direção de Letts, a trama acompanha uma família disfuncional sob a perspectiva de Violet Weston. Streep entrega uma performance marcante, dividindo o cenário com Julia Roberts em uma dinâmica famíliar tensa.
A obra foi reconhecida por sua abordagem teatral e pela densidade dramática. A atuação de Streep é uma das razões centrais para o peso do elenco na narrativa.
Caminhos da Floresta (2014)
No musical inspirado em Stephen Sondheim, Streep vive a Bruxa da Branca. O filme mistura fantasia e teatro musical, explorando destinos de contos de fadas com humor e intensidade vocal.
A personagem exige vocais potentes e presença de palco, demonstrando a audácia de deslocar a atriz para um registro mais sombrio. A performance gerou reconhecimento em indicações ao Oscar.
Não Olhe Para Cima (2021)
Na sátira de Adam McKay, Streep assume a presidência dos EUA, figura vaidosa que minimiza alertas de um cometa ameaçando a humanidade. O elenco reúne Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence, em tom caricatural.
A narrativa aborda a negligência política e mediática frente a uma catástrofe potencial, apresentando uma leitura crítica sobre poder e comunicação pública.
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