- Nuno Leal Maia está em cartaz com a peça Meno Male, de Juca de Oliveira, no Teatro Renaissance, em São Paulo, interpretando o taxista italiano Nicola.
- A montagem atual é uma reestilização da comédia política que já ganhou versão há 40 anos; a direção ficou a cargo de Léo Stefanini.
- Maia afirmou que não pretende voltar às novelas e prefere atuar em peças brasileiras, com personagens mais próximos do público.
- O elenco também conta com Suzy Rêgo, Marcelo Faria, Antoniela Canto e Naiara de Castro; a peça já havia sido dirigida, no passado, por Bibi Ferreira.
- O texto passou por adaptações para refletir o cenário político contemporâneo, incluindo referências a figuras e situações da política brasileira atual.
Nuno Leal Maia afirma que não pretende retornar às novelas. O ator participa da montagem de Meno Male, comédia política escrita por Juca de Oliveira, em cartaz no Teatro Renaissance, em São Paulo. A produção atualiza o texto original para os dias de hoje.
Maia, de 78 anos, interpreta o taxista italiano Nicola, figura central na trama que envolve relações entre público e privado em ambiente político. Ele afirma ter se surpreendido com a carpintaria teatral de Juca, valorizando a relação com o público e o humor ácido da peça.
O enredo acompanha o jovem político Alberto, vivido por Joaquim Lopes, que usa o cargo para obter vantagens, inclusive com a neta do italiano. O choque entre valores acontece quando Nicola cruza o caminho de Alberto após um acidente com o táxi.
A produção, dirigida atualmente por Léo Stefanini, também tem Suzy Rêgo, Marcelo Faria, Antoniela Canto e Naiara de Castro no elenco. A montagem já teve direção de Bibi Ferreira e atualiza referências políticas de décadas anteriores.
Maia relata que não vê saída para justificar políticas que não contribuam com o público, mantendo distância de julgamentos sobre os envolvidos. A peça aborda temas de agitação política no Brasil contemporâneo, com humor e crítica social.
Elenco e produção
A adaptação do texto traz atualizações de contexto para dialogar com o cenário atual. A montagem permanece no Tombo do Teatro Renaissance, mantendo o tom de sátira política da obra original de Juca de Oliveira.
Maia destaca ainda a experiência anterior com cinema e televisão brasileira, ressaltando a importância de obras nacionais que dialogam com o cotidiano do público. O elenco completo integra o núcleo principal da peça.
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