- O ator Mads Mikkelsen interpreta Manfred, um sobrevivente de abuso com deficiência de aprendizado que acredita ser John Lennon.
- O irmão Anker, que roubou um banco, prende Manfred e o orienta a encontrar o dinheiro enterrado em uma floresta nos arredores da casa da família.
- Após a libertação, Anker, com a ajuda de uma enfermeira psiquiátrica, reúne três dependentes que também acreditam ser membros dos Beatles — Ringo, Paul e George — para uma “reunião” no bosque.
- O filme é uma comédia negra violenta e despretensiosa; a crítica considera o humor fraco, embora haja boa atuação de Mikkelsen e de Sofie Gråbøl.
- The Last Viking estreia nos cinemas do Reino Unido e da Irlanda em 26 de junho e participa do festival Hurtigruten Nordic na Austrália.
Anders Thomas Jensen, roteirista e diretor premiado, apresenta The Last Viking, uma comédia negra violenta e de humor imprevisível. O filme é descrito como uma “história de cão-grosseiro” com toques de pranka dark, protagonizada por Mads Mikkelsen.
Na trama, Manfred, um homem com dissociação e traumas no passado, é interpretado por Mikkelsen. O enredo envolve o irmão Anker, que comete roubo a banco e entrega a chave ao irmão, orientando-o a esconder o dinheiro na floresta.
Após passar 15 anos na prisão, Anker descobre que Manfred se perdeu em delírios, imaginando ser John Lennon. Para recuperar o dinheiro, Anker reúne outros pacientes com crenças desordenadas, propondo um reencontro da banda em uma construção cênica bizarra.
O elenco inclui Nikolaj Lie Kaas como Anker e Sofie Gråbøl, que atua como uma entusiasta de artes marciais e atualmente proprietária da casa da família. A produção é da Zentropa Studios, casa de Lars von Trier, segundo a imprensa especializada.
O filme estreou no Reino Unido e na Irlanda em 26 de junho. Na Austrália, The Last Viking integra a programação de um festival de cinema nórdico, o Hurtigruten Nordic. A recepção tem sido mista, com foco na proposta de humor e violência.
Sinopse e recepção
- Premissa: comédia violenta de humor seco, centrada em dissociação e busca por memória de um roubo.
- Público-alvo: fãs de humor negro e de cinema independente europeu.
- Avaliação inicial: destaque para a atuação de Mikkelsen, com críticas à execução cômica que não agrada a todos.
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