- Succession foi inspirada na família Murdoch, especialmente no patriarca Rupert Murdoch, e na dinastia de mídia que envolve a Fox Corporation e a News Corp.
- Na minissérie documental Dinastia: A Família Murdoch, da Netflix, fica claro que a família entrou em pânico ao assistir ao episódio da morte de Logan Roy na terceira parte da quarta temporada.
- O episódio retrata conflitos entre Kendall, Shiv e Roman pela controle da Waystar Royco após a morte de Logan.
- Em resposta, Elisabeth Murdoch e o representante Mark Devereux teriam elaborado um Memorando de Sucessão para orientar os filhos sobre o que poderia acontecer depois da morte de Rupert.
- O jornalista Jonathan Mahler, do The New York Times, informou que o memorando está sendo distribuído entre os filhos para estimular conversas com pessoas próximas ao pai.
Foi divulgado que a série Succession, da HBO, teve inspiração em uma história real envolvendo a família Murdoch. A trama de poder domiciliar entre Logan Roy e seus filhos ecoou acontecimentos vividos pela dinastia de Rupert Murdoch. O enfoque está na circulação de estratégias para manter controle das empresas familiares.
De acordo com a minissérie documental Dinastia: A Família Murdoch, da Netflix, a família entrou em pânico ao assistir ao episódio em que Logan Roy morre, interpretado por Brian Cox, na terceira parte da quarta temporada. A produção examina como a narrativa da série dialoga com a realidade da família.
Elisabeth Murdoch e seu representante, Mark Devereux, teriam elaborado um Memorando de Sucessão para orientar os herdeiros sobre o que ocorreria após a suposta morte de Rupert. O documento é citado por reportagens que acompanham o caso, apontando instruções sobre diálogo com o núcleo familiar.
O memorando, segundo o material exibido, seria distribuído entre os filhos para fomentar conversas sobre a linha de sucessão, mesmo que o contato direto com o pai não fosse possível. O relato acompanha depoimentos de jornalistas que cobrem a crise interna.
A cobertura destaca ainda o papel de jornalistas como Jonathan Mahler, do The New York Times, que comenta a dimensão pública dessas medidas internas. Não há confirmação de quando o memorando foi elaborado, apenas a menção de seu conteúdo e finalidade.
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